<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507</id><updated>2012-02-17T01:14:01.997-02:00</updated><category term='o que é Geologia'/><category term='educação para a sustentabilidade'/><category term='planejamento ambiental'/><category term='o que é Geomorfologia'/><category term='o que é Pedologia'/><category term='terremotos'/><category term='minerais'/><category term='movimentos ecológicos'/><category term='Agenda 21'/><category term='riscos e acidentes geológicos'/><category term='processos geológicos'/><category term='tsunami'/><category term='coleção didática'/><category term='Geomedicina'/><title type='text'>Conversas sobre a Terra</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>24</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-912490847666618945</id><published>2009-06-21T17:47:00.000-03:00</published><updated>2009-06-21T17:48:55.186-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação para a sustentabilidade'/><title type='text'>CONSUMIDOR CONSCIENTE</title><content type='html'>CONSUMIDOR CONSCIENTE – é quem consome o que necessita, sem desperdiçar nada. Além de economizar dinheiro, causa menos resíduos no seu ambiente e ajuda a preservar os recursos naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Vazamentos de água:&lt;br /&gt;Confira sempre o seu consumo de água: se houver variações confira os canos antes que se tornem um problema&lt;br /&gt;Vazamentos podem ser evidentes, visíveis como uma torneira pingando. Ou podem estar escondidos, no caso de canos furados ou de vaso sanitário com vazão constante da descarga . No primeiro caso, providencie o quanto antes o conserto. No último, verifique o vazamento jogando cinzas ou pó no nível de água da privada e observe por alguns minutos. Se houver movimentação da cinza ou se ela sumir, existe vazamento, que deve ser consertado o mais rápido possível.&lt;br /&gt;Outra maneira de detectar vazamentos escondidos é através da observação do hidrômetro (ou relógio de água) da casa: feche todas as torneiras e desligue os aparelhos que usam água (só não feche os registros na parede que alimentam as saídas de água). Anote o número indicado no hidrômetro e confira depois de algumas horas para ver se houve alteração ou observe o círculo existente no meio do medidor (meia-lua, gravatinha, circunferência dentada) para ver se continua girando. Caso haja alteração nos números ou movimento do medidor, há vazamento. Confira em qual setor da casa fechando os registros por setor da casa, um de cada vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – No Banheiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O chuveiro elétrico é um dos aparelhos que mais consome energia. O ideal é evitar seu uso em horários de maior consumo (de pico): entre 18h e 19h30min e, no horário de verão, entre 19h e 20h30min;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- quando o tempo não estiver frio, deixe a chave de temperatura na posição menos quente (morno);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- tente limitar seus banhos em aproximadamente 5 minutos. Feche a torneira enquanto se ensaboa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- instale torneiras com aerador (“peneirinhas” ou “telinhas” na saída da água). Ele dá a sensação de maior vazão mas, na verdade, faz exatamente o contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- jamais escove os dentes ou faça a barba com a torneira aberta;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- caso seja viável, instale redutores de vazão em torneiras e chuveiro;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- quando construir ou reformar, dê preferência às caixas de descarga no lugar das válvulas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Na cozinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Use também o redutor de vazão e torneiras com aeradores;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ao lavar a louça, use uma bacia ou a própria cuba da pia para deixar os pratos e talheres de molho por alguns minutos antes da lavagem. Isso ajuda a soltar a sujeira. Depois, use água corrente somente para enxaguar;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- se usar a máquina de lavar louça, ligue-a somente quando estiver com toda sua capacidade preenchida;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- para lavar verduras, use também uma bacia para deixá-las de molho (pode ser inclusive com algumas gotas de vinagre ou com solução de hipoclorito), passando-as depois por um pouco de água corrente para terminar de limpá-las;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- procure consumir alimentos livres de agrotóxicos. Os agrotóxicos podem causar danos ao meio ambiente e a sua saúde. Dê preferência a produtos orgânicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Na Lavanderia (ou área de serviço)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Deixar as roupas de molho por algum tempo antes de lavar também ajuda aqui;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ao esfregar a roupa com sabão use um balde com água que pode ser a mesma do molho e mantenha a torneira do tanque fechada. Água corrente somente no enxágüe!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Use o resto da água com sabão para lavar o seu quintal;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- se tiver máquina de lavar, use-a sempre com a carga máxima e tome cuidado com o excesso de sabão para evitar um número maior de enxágües;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- caso opte por comprar uma lavadora, prefira as de abertura frontal que gastam menos água que as de abertura superior;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- evite utilizar o ferro elétrico quando vários aparelhos estiverem ligados na casa para evitar que a rede elétrica fique sobrecarregada;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- habitue-se a juntar a maior quantidade possível de roupas para passá-las de uma só vez;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- se o ferro for automático, regule sua temperatura. Passe primeiro as roupas delicadas, que precisam de menos calor. No final, depois de desligá-lo, você ainda pode aproveitar o calor para passar algumas roupas leves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) No quintal, jardim e vasos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cultive plantas que necessitam de pouca água (bromélias, cactos, pinheiros, violetas);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- aproveite sempre que possível a água da chuva. Você pode armazená-la em recipientes colocados na saída das calhas e depois usá-la para regar as plantas. Só não se esqueça de tampar esses recipientes para que não se tornem focos de mosquito da dengue!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para lavar o carro use balde em vez de mangueira;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- não regue as plantas em excesso nem nas horas quentes do dia ou em momentos com muito vento. Muita água será evaporada ou levada antes de atingir as raízes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- molhe a base das plantas, não as folhas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- utilize cobertura morta (folhas, palha) sobre a terra de canteiros e jardins. Ela diminui a perda de água;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ao limpar a calçada, use a vassoura, E NÃO ÁGUA para varrer a sujeira! Depois, se quiser, jogue um pouco de água no chão, somente para "baixar a poeira". Para isso, você pode usar aquela água que sobrou do tanque!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Geladeira/Freezer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na hora de comprar, leve em conta a eficiência energética certificada pelo selo Procel Programa de Combate ao Desperdício de Energia Elétrica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- coloque o aparelho em local bem ventilado, evitando a proximidade com o fogão, aquecedores ou áreas expostas ao sol;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- no caso de instalação entre armários e paredes, deixe um espaço mínimo de 15 cm dos lados, acima e no fundo do aparelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao utilizar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- evite abrir a porta da geladeira em demasia ou por tempo prolongado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- deixe espaço entre os alimentos e guarde-os de forma que você possa encontrá-los rápida e facilmente;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- não guarde alimentos ou líquidos quentes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- não forre as prateleiras com vidros ou plásticos porque dificulta a circulação interna de ar;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- faça o descongelamento do freezer periodicamente, conforme as instruções do manual, para evitar que se forme camada com mais de meio centímetro de espessura;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- conserve limpas as serpentinas (as grades) que se encontram na parte de trás do aparelho. Não as utilize para secar panos, roupas, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- quando você se ausentar de casa por tempo prolongado, o ideal é esvaziar freezer e geladeira e desligá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) Lâmpadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na hora de comprar, dê preferência a lâmpadas fluorescentes, compactas ou circulares, para a cozinha, área de serviço, garagem e qualquer outro lugar da casa que fique com as luzes acesas por mais de quatro horas por dia. Além de consumir menos energia, essas lâmpadas duram mais que as outras;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- evite acender lâmpadas durante o dia. Aproveite melhor a luz do sol, abrindo janelas, cortinas e persianas. Apague as lâmpadas dos ambientes quando estiverem desocupados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- para quem vai pintar a casa, é bom lembrar que tetos e paredes de cores claras refletem melhor a luz, reduzindo a necessidade de luz artificial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8) Televisão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quando ninguém estiver assistindo, desligue o aparelho;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- não durma com a televisão ligada. Mas se você se acostumou com isso, uma opção é recorrer ao “timer” (temporizador) para que o aparelho desligue sozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9) Ar condicionado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na hora da compra, escolha um modelo adequado ao tamanho do ambiente em que será utilizado. Prefira os aparelhos com controle automático de temperatura e dê preferência às marcas de maior eficiência, segundo o selo Procel;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ao instalá-lo, procure proteger sua parte externa da incidência do sol (mas sem bloquear as grades de ventilação);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- quando o aparelho estiver funcionando, mantenha janelas e portas fechadas. Desligue-o quando o ambiente estiver desocupado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- evite o frio excessivo, regulando o termostato;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- mantenha limpos os filtros do aparelho para não prejudicar a circulação do ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10) Aquecedor (boiler)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na hora da compra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- escolha um modelo com capacidade adequada as suas necessidades e leve em conta a possibilidade do uso de energia solar;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- dê preferência a aparelhos com bom isolamento do tanque e com dispositivo de controle de temperatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao instalar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- coloque o aquecedor o mais próximo possível dos pontos de consumo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- isole com cuidado as canalizações de água quente;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- nunca ligue o aquecedor à rede elétrica sem ter certeza de que ele está cheio de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao utilizar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ajuste o termostato de acordo com a temperatura ambiente;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ligue o aquecedor apenas durante o tempo necessário. Se possível, coloque um ?timer? para que essa função se torne automática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11) Seu Lixo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não jogue lixo nenhum na rua. Cerca de 40% do lixo recolhido é proveniente da coleta de rua. Essa coleta é mais cara e, além de enfeiar os lugares, traz sérios problemas aos moradores nas épocas de chuva, com entupimento de bueiros e estrangulamento dos corredores de água;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- aproveite integralmente os alimentos. Muitas vezes, talos, folhas, sementes e cascas têm grande valor nutritivo e possibilitam uma boa variação no seu cardápio;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- doe livros, roupas, brinquedos e outros bens usados que para você não têm mais serventia, mas que podem ser úteis a outras pessoas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- leve sacola própria para fazer suas compras, evitando pegar as sacolas plásticas fornecidas nos supermercados. Se levar para casa as sacolas, reutilize-as como saco de lixo. Para o transporte de compras maiores, utilize caixas plásticas ou de papelão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- procure comprar produtos reciclados - cadernos, blocos de anotação, envelopes, utilidades de alumínio, ferro, plástico ou vidro;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- escolha produtos que utilizem pouca embalagem ou que tenham embalagens reutilizáveis ou recicláveis - potes de sorvete, vidros de maionese, etc;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- não jogue lâmpadas, pilhas, baterias de celular, restos de tinta ou produtos químicos no lixo. As empresas que os produzem estão sendo obrigadas por lei a recolher muitos desses produtos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- leve remédios, os que não usa e os vencidos, a um posto de saúde próximo. Eles saberão dar- lhes destino adequado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- separe o lixo e encaminhe os produtos para reciclagem. Tente organizar em seu edifício, rua, bairro ou condomínio um sistema de coleta seletiva. Cada morador separa em sua residência materiais como vidro, plástico, latas de alumínio, papel, papelão e material orgânico, colocando-os em locais próprios. Informe-se nas companhias municipais de limpeza sobre a existência de cooperativas de catadores que poderão fazer a coleta em sua residência. Algumas empresas que fazem reciclagem recolhem, elas mesmas, o lixo já separado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- utilize os dois lados da folha de papel para escrever, rascunhar ou imprimir. Aproveite melhor a área do papel. Para cada tonelada de papel que se recicla quarenta árvores deixam de ser derrubadas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- procure se informar sobre as iniciativas de sua Prefeitura/Comunidade com relação ao lixo reciclável. Todos somos responsáveis pelo destino do lixo que geramos. Cobrar iniciativas e novos projetos de vereadores e prefeitos faz parte do nosso papel de consumidor. Também devemos estar informados das iniciativas já existentes, por mais simples que possam ser. Algumas instituições (igrejas e associações comunitárias) recebem material reciclável e com a venda arrecadam algum dinheiro que é destinado para obras sociais. Já existem empresas que compram esse material e, dependendo da quantidade, retiram-no periodicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuidados com a coleta seletiva domiciliar:&lt;br /&gt;Papel e Papelão, Jornais e Revistas, Cadernos e Folhas Soltas, Caixas e Embalagens Devem estar limpos e secos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caixas devem estar desmontadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Papel higiênico, papel plastificado, papel de fax ou carbono não devem ser colocados junto ao material reciclável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metais (ferrosos e não ferrosos), Latas, Alumínio e Cobre, Pequenas Sucatas, Devem estar limpos&lt;br /&gt; Vidros, Copos, Garrafas, Potes ou Frascos Devem estar limpos e Podem ser inteiros ou quebrados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plásticos (todos os tipos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Garrafas, Sacos e Embalagens, Brinquedos e Utensílios Domésticos Devem estar limpos e sem tampa&lt;br /&gt;Não coloque lâmpadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Comlurb/Rio de Janeiro-RJ&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-912490847666618945?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/912490847666618945/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/06/consumidor-consciente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/912490847666618945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/912490847666618945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/06/consumidor-consciente.html' title='CONSUMIDOR CONSCIENTE'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-2865631577154068751</id><published>2009-05-16T11:35:00.003-03:00</published><updated>2009-05-16T11:40:02.015-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='planejamento ambiental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação para a sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='movimentos ecológicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Agenda 21'/><title type='text'>AGENDA 21 MUNICIPAL DE IJUÍ</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/Sg7P2DDrn1I/AAAAAAAAAM8/6jB4X0KM1Xk/s1600-h/terra2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336431135921250130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/Sg7P2DDrn1I/AAAAAAAAAM8/6jB4X0KM1Xk/s200/terra2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em Ijuí, está sendo discutida a Agenda 21 Municipal desde 2008, num processo coordenado pela AIPAN – Associação Ijuiense de Proteção ao Ambiente Natural, a 36ª Coordenadoria Regional de Educação, a Secretaria Municipal de Educação, a Coordenadoria Municipal de Meio Ambiente, o Conselho Municipal de Energia e Meio Ambiente e o Ministério Público.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A proposta de Agenda 21 Municipal está definida como o instrumento de planejamento visando constituição de uma sociedade sustentável, composta por proteção ambiental e justiça social, harmonizada com eficiência econômica. Ou seja, construir a discussão conjunta, entre poderes públicos e sociedade, do plano de ações que queremos para possibilitar o desenvolvimento sustentável e ambientalmente coerente em nosso município.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Considerando as diretrizes do documento internacional firmado por 179 paises em reunião da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Humano, no Rio de Janeiro, em 1992, a discussão será efetivada em diversas bases geográficas: ONU, Global, Nacional e Local (em nosso caso, municipal). No documento, são previstos: cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável, combate à pobreza, mudanças dos padrões de consumo, sustentabilidade dos assentamentos humanos, promoção das condições de saúde humana e das tomadas de decisão levando em conta a integração entre condições ambientais e desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Neste sentido, planeja a proteção das condições da atmosfera, a integração do planejamento e do gerenciamento dos recursos naturais e dos ecossistemas frágeis, o combate ao desflorestamento e a luta contra processos de desertificação e seca.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dentre os temas relevantes para Ijuí, destacam-se: promoção do desenvolvimento sustentável em atividades rurais e agrícolas, conservação e manejo da diversidade biológica, uso saudável da biotecnologia, proteção da qualidade dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos, planejamento integrado dos recursos hídricos, controle e manejo correto de resíduos de todos os tipos e de uso de substâncias químicas ou radioativas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A proposta de desenvolvimento desejada inclui que seja ambientalmente correto, socialmente justo, economicamente viável e eticamente sustentável. É possível isto? Acreditamos ser razoável, desde que a racionalidade ambiental com participação cidadã seja privilegiada sobre a racionalidade econômica e de resultados imediatos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em Ijuí, o processo iniciou em março de 2008, seguindo com divulgação na imprensa falada e escrita, com reuniões de sensibilização com professores nas escolas, coordenadas pela CRE e SMED, com produção de materiais didáticos a serem usados nas salas de aula, com disseminação dos preceitos da Agenda 21 em todos os órgãos possíveis, com palestras/oficinas sobre temas específicos (tais como resíduos sólidos, reciclagem, manejo de arborização, consumo de água e de eletricidade), com mobilização de empresas e grupos sociais específicos para efetivarem suas Agendas 21 internas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Resultando das discussões, em maio de 2009 está sendo analisada na Câmara de Vereadores a Lei da Agenda 21, para formalizar as ações, agora coordenada pela nova Secretaria Municipal de Meio Ambiente, criada no final de 2005. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-2865631577154068751?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/2865631577154068751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/05/agenda-21-municipal-de-ijui.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/2865631577154068751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/2865631577154068751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/05/agenda-21-municipal-de-ijui.html' title='AGENDA 21 MUNICIPAL DE IJUÍ'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/Sg7P2DDrn1I/AAAAAAAAAM8/6jB4X0KM1Xk/s72-c/terra2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-4882439520659330754</id><published>2009-04-10T18:09:00.008-03:00</published><updated>2009-04-10T18:28:02.147-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='minerais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coleção didática'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='o que é Geologia'/><title type='text'>ESTUDANDO MINERAIS 2: O CD ROOM DIDÁTICO MINERALOGIA: ESTUDAR, ENTENDER E CLASSIFICAR MINERAIS</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/Sd-2Eqt_PSI/AAAAAAAAALk/YAAcdMRgdK8/s1600-h/capa+CD.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323173475878124834" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 234px; CURSOR: hand; HEIGHT: 198px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/Sd-2Eqt_PSI/AAAAAAAAALk/YAAcdMRgdK8/s200/capa+CD.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Considerando que o processo de aprendizagem em Mineralogia depende de investigação e observação sistematizada de amostras e da compreensão das metodologias científicas de análise para culminar na classificação dos minerais, são indispensáveis referências de consulta de fácil acesso. Ao fazer análise da carência de materiais didáticos para estudar Mineralogia com alunos dos cursos de Química e Geografia, geramos propostas de construção de referenciais de consulta para atividades práticas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Isto levou à elaboração de instrumentos que servem também para as atividades profissionais como professores do Ensino Básico ou como pesquisadores. Neste objetivo, aproveitou-se também a existência do banco de imagens digitais do acervo de amostras da COLEÇÃO DE GEOLOGIA, estruturado desde 2003 com apoio da FAPERGS, através do projeto ORGANIZAÇÃO E DIVULGAÇÃO DA COLEÇÃO DE GEOLOGIA DA UNIJUÍ, bem como o andamento do projeto de extensão ESTUDO, DIVULGAÇÃO E APLICAÇÕES DA COLEÇÃO DE GEOLOGIA DA UNIJUÍ.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tomando por base o arquivo MINERALOGIA – CONCEITOS BÁSICOS de Flávio Braz Machado, disponível na Internet em &lt;http:&gt;, os alunos do curso de Ciências – Licenciatura Plena em Química, pesquisaram em outras fontes e elaboraram detalhamento e ampliação da apresentação digital. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323176759564101330" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 126px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/Sd-5DzZu5tI/AAAAAAAAAL8/BSzMnoouPXk/s200/quatzo.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As atividades não tiveram a premissa de ineditismo, nem de construção de conhecimentos primários, mas pensou-se uma aprendizagem mediada, estabelecendo relações entre conceitos, métodos e situações de estudo. Inclusive iniciando alguns dos alunos na utilização da internet como ambiente para construção de conteúdos. Também, durante a elaboração, alguns estudantes que são professores da rede pública, já utilizaram parte deste material nas salas de aula do Ensino Básico. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323176839173339186" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 158px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/Sd-5Ib-DeDI/AAAAAAAAAME/qWWAn5i5NXY/s200/topazio.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Assim como durante o semestre os aluno “trocaram” informações entre si, já que algumas das pesquisas acabavam se sobrepondo quanto aos assuntos. Ao mesmo tempo, eles necessitavam entender na totalidade os conceitos que estavam organizando. A mediação atuava muito mais como organizadora dos assuntos, mantendo a distribuição entre os alunos/pesquisadores, nunca desestimulando as trocas de informações e as colaborações, sempre instigando o afã de entenderem o conjunto de conhecimentos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Durante o processo e ao seu final, aconteceram apresentações objetivando também socializar os resultados entre o grupo de alunos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A organização final está composta por 6 capítulos, todos eles ilustrados por fotografias obtidas no banco de imagens da Coleção de Geologia da UNIJUÍ e na rede digital internacional. São: CAPÍTULO 1 – CONCEITOS BÁSICOS DE MINERALOGIA; CAPÍTULO 2 – MINERALÓIDES; CAPÍTULO 3 – ORIGEM DAS ROCHAS; CAPÍTULO 4 – ORIGEM DOS MINERAIS; CAPÍTULO 5 – CLASSIFICAÇÃO SISTEMÁTICA DOS MINERAIS; CAPÍTULO 6 – PROPRIEDADES PARA IDENTIFICAÇÃO DE MINERAIS, subdividido em: 6.1 – PROPRIEDADES FÍSICAS E ÓPTICAS; 6.2 – PROPRIEDADES FÍSICAS E ÓPTICAS (cont.); 6.3 – PROPRIEDADES MORFOLÓGICAS.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323176577070101922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 174px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/Sd-45LjxdaI/AAAAAAAAAL0/jwM1H1Tm4pQ/s200/ametista.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A aplicação destes instrumentos como metodologia de ensino já apresentou resultados positivos com alunos de Licenciatura e Bacharelado em Química e em Geografia, com a qualificação da compreensão de estudos técnicos e sistemáticos de minerais, possibilitando classificação correta e cientificamente embasada, com distinguíveis melhorias na capacitação ao ensino e à pesquisa. Confirmou-se a eficácia de tais estudos como suporte de procedimentos científicos, não constituindo apenas interesse por curiosidade, embora saibamos do fascínio exercido pela beleza dos minerais e pelo seu valor econômico. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-4882439520659330754?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/4882439520659330754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/04/estudando-minerais-2-o-cd-room-didatico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/4882439520659330754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/4882439520659330754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/04/estudando-minerais-2-o-cd-room-didatico.html' title='ESTUDANDO MINERAIS 2: O CD ROOM DIDÁTICO MINERALOGIA: ESTUDAR, ENTENDER E CLASSIFICAR MINERAIS'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/Sd-2Eqt_PSI/AAAAAAAAALk/YAAcdMRgdK8/s72-c/capa+CD.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-179630319253980105</id><published>2009-03-22T11:04:00.008-03:00</published><updated>2009-03-31T16:37:15.852-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='minerais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coleção didática'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='o que é Geologia'/><title type='text'>Estudando minerais 1: O caderno TABELAS DE CLASSIFICAÇÃO MACROSCÓPICA DE MINERAIS.</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/ScZIdVWqfiI/AAAAAAAAALE/HWXGawKnfZQ/s1600-h/Copy+of+M1.491xxx.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316016078943059490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 220px; CURSOR: hand; HEIGHT: 237px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/ScZIdVWqfiI/AAAAAAAAALE/HWXGawKnfZQ/s200/Copy+of+M1.491xxx.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quartzo variedade Ametista&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Em 2004, a partir de análise da escassez de materiais didáticos sobre estudo de minerais, surgiu a discussão sobre uma proposta metodológica para classificação de minerais.&lt;br /&gt;Neste sentido, elaborou-se uma metodologia de tabelas baseadas em índices que permitem a identificação da tipologia dos minerais com base científica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Para isto, efetivou-se um conjunto de pesquisas que envolveram alunos dos cursos de Geografia – Licenciatura e Bacharelado, e de Ciências – Licenciatura Plena em Química, tendo por objetivo organizar documentos disponíveis em livros e na rede digital internacional .&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316017651182527218" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 166px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/ScZJ42Zw4vI/AAAAAAAAALU/-1Bz8AJS9_o/s200/Copy+of+M1.736.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc66cc;"&gt;Plagioclásio&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Isto decorreu por acreditamos que conteúdos de Mineralogia devam ser desenvolvidos com metodologias práticas de identificação de propriedades de minerais para atingir sua classificação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Estes estudos precisam ser desencadeados com procedimentos científicos, não constituindo apenas interesse por curiosidade, embora saibamos do fascínio exercido ao público em geral pela beleza dos minerais e pelo seu valor econômico.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Partindo de uma proposta metodológica nova de classificação de minerais, 47 alunos dos regimes Regular e Especial contribuíram nas pesquisas e ordenação dos conteúdos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Após sistematização dos dados coletados, resultou a construção de 10 tabelas que permitem estudar e classificar os 200 minerais mais importantes e comuns nas rochas da litosfera.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Para cada mineral, as tabelas fornecem informações de propriedades analíticas, tais como composição química, brilho, cor, traço, transparência, dureza, densidade relativa, clivagem, fratura, sistema cristalino, hábito, ensaios químicos mais relevantes, associações, ocorrência e usos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;As entradas das tabelas estão organizadas pelas propriedades mais diagnósticas: para os de brilho não metálico: cor; dureza; clivagem. Para os de brilho metálico e submetálico: cor do traço e dureza.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;A aplicação desta metodologia com turmas desde o primeiro semestre de 2005 tem tido efeitos satisfatórios, qualificando a compreensão da importância de estudos técnicos e sistemáticos de Minerais e possibilitando a classificação correta e cientificamente embasada. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-179630319253980105?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/179630319253980105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/03/estudando-minerais-1-o-caderno-tabelas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/179630319253980105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/179630319253980105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/03/estudando-minerais-1-o-caderno-tabelas.html' title='Estudando minerais 1: O caderno TABELAS DE CLASSIFICAÇÃO MACROSCÓPICA DE MINERAIS.'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/ScZIdVWqfiI/AAAAAAAAALE/HWXGawKnfZQ/s72-c/Copy+of+M1.491xxx.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-4425961769964098730</id><published>2009-03-08T20:32:00.005-03:00</published><updated>2009-03-08T20:39:40.171-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='minerais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coleção didática'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='o que é Geologia'/><title type='text'>História do acervo de Geologia da UNIJUÍ</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;Os materiais geológicos (amostras de minerais, rochas e fósseis) que compõem atualmente a COLEÇÃO DE GEOLOGIA do Laboratório de Ensino em Ciências Sociais iniciaram com os primeiros materiais fósseis reunidos no Museu Antropológico Diretor Pestana. Consta no Relatório do MADP de 1967: “O Irmão Daniel Scargnin ofereceu ao Museu uma valiosa coleção de petrificações da época triássica, por ele mesmo achados e colhidos nas jazidas de Santa Maria.” Infelizmente, o nome do doador foi grafado de forma incorreta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310965073571776018" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 292px; CURSOR: hand; HEIGHT: 269px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SbRWmIDAhhI/AAAAAAAAAKk/rYB11KX_2kU/s200/Copy+of+FV+453.jpg" border="0" /&gt;  &lt;div&gt;O recebimento destes materiais decorreu na organização de um componente novo no museu: a Seção Paleontológica. O Padre Daniel Cargnin, desde 1964, efetuava a organização do museu de ensino da Escola Superior de Estudos Filosóficos e Sociais do Colégio Máximo Palotino. Mais tarde, o padre Daniel transferiu o museu deste colégio para o Patronato Agrícola Antônio Alves Ramos, formando um único museu com o nome de Museu Vicente Pallotti. A partir de 1965, esta coleção foi o princípio do importante conjunto paleontológico mantido até hoje por esta escola técnica. No Relatório do MADP consta ainda que, “nos fins de 1967, a seção foi ampliada por alguns achados da época triássica colhidos em Santa Maria pelo assistente do Museu, prof. Pe. Danilo Lazarotto (Frei Camilo).”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Novas doações de fósseis ao MADP aconteceram em 1968 e em 1970, também pelo Irmão Daniel Cargnin. Em abril de 1971, ele veio proferir “aulas práticas” de limpeza de fósseis. Neste mesmo ano, foram recebidas doações de fósseis pelo prof. Sotero Dotti e por Arlindo Stragliotto e doações de fragmentos de rochas que foram incorporados à “Secção Geologia – Paleontologia”. Em 1976, o Relatório e Balanço da FIDENE refere que o Museu efetuou a doação de 40 “pedras” ao Departamento de Ciências da FAFI. O Relatório do Departamento de Ciências da FAFI registra o recebimento do material que foi colocado à “disposição de professores e alunos para a melhoria de suas atividades didático-pedagógicas no ensino de Ciências.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em outubro de 1981, a coleção de Paleontologia do MADP foi transferida para o Laboratório de Ciências. Diversas doações foram reunidas durante a década de 1970, originando um conjunto parcialmente classificado de amostras dispostas em gavetas e vitrines em um laboratório do prédio da Sede Acadêmica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Somente a partir de 1984 as amostras foram estudadas de maneira científica, com classificação e organização sistematizada. Novos materiais doados, bem como coletas próprias, de alunos, ex-alunos, de professores, de outras instituições e da comunidade externa, ampliaram continuamente as coleções.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O acervo era mantido no laboratório de Biologia do segundo andar da Sede Acadêmica até 2000. Neste ano, as coleções foram transferidas para o novo ambiente do laboratório de Geologia e Zoologia do Campus da Linha 3 em Ijuí, bem como se iniciou a estruturação do acervo localizado no laboratório de Biologia do Campus Santa Rosa. Estas atividades de revisão e reestruturação dos materiais foram desenvolvidas pelo projeto ORGANIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE GEOLOGIA, mantido pelo Departamento de Ciências Sociais, com uma bolsista.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A partir de 2003 e com incorporação de diversas doações e coletas, tornaram-se possível ampliação e melhoras na sistematização das coleções. Naquele ano, com o Edital PROACERVO da FAPERGS, iniciou-se o projeto ORGANIZAÇÃO E DIVULGAÇÃO DA COLEÇÃO DE GEOLOGIA DA UNIJUÍ conjuntamente com uma bolsista, tendo como objetivo geral estudar e divulgar conhecimentos de geologia e metodologias de estudo e análise de minerais, rochas e fósseis. Previa também tomar imagens digitais de cada amostra e ampliar exposições em vitrines, podendo ser observadas em visitas acompanhadas/orientadas, conforme as possibilidades ou objetivos previstos. Ao findar o projeto, um total de quase 2.500 amostras estava alocado nos dois campi, usando a metodologia de catalogação criada em 1984. As coleções de amostras de materiais geológicos compreendem três seções: uma mineralógica, uma petrográfica e outra paleontológica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em setembro de 2004, as coleções foram transferidas para o Laboratório de Ensino em Ciências Sociais. A partir de 2005, o projeto ESTUDO, DIVULGAÇÃO E APLICAÇÕES DA COLEÇÃO DE GEOLOGIA, mantido pelo PIBEX-UNIJUÍ com duas bolsistas, possibilitou revisar os conjuntos de amostras, com vistas a seu uso didático, tanto com alunos da UNIJUÍ como em visitas, oficinas e palestras com estudantes no Ensino Básico.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em 2007, outro projeto mantido pelo PIBEX-UNIJUÍ com uma bolsista, denominado MATERIAIS DIDÁTICOS PARA O ENSINO DE GEOLOGIA, continuou a manutenção das coleções e desenvolvendo pesquisa e planejamento de atividades e instrumentos de ensino sobre Geologia para os diferentes níveis. As coleções de amostras são provenientes da região onde o acervo está inserido bem como de outras regiões, privilegiando a significância de variedades e exemplificação, já que as coleções existem com objetivos de subsidiar atividades de ensino e pesquisa. Somavam 1.656 amostras em 2003 e totalizam atualmente 3.197 amostras e 3.230 imagens digitais. As fichas de cada amostra e as imagens formam um banco de dados digitais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A COLEÇÃO DE MINERAIS abrange 1.702 amostras, sendo principalmente (86%) silicatos, onde os mais comuns são as diversas variedades de quartzo (SiO2), tais como ágatas de várias cores, ametistas, cristal de rocha, citrino e calcedônias, originadas por preenchimento de cavidades nas rochas vulcânicas que constituem o embasamento geológico da região norte do RS. Menos de 1% das amostras de quartzo é de origem plutônica, provenientes da porção sul do Estado. Contém ainda muitas espécies minerais de interesse didático, tais como hematita, zeólitas, micas, granadas, berilo (água marinha), serpentinas (amianto), talco, topázio, esmeralda, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310964777821946626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 253px; CURSOR: hand; HEIGHT: 181px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SbRWU6SwQwI/AAAAAAAAAKc/4xpL7pvmPyY/s200/R1.115.jpg" border="0" /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310965236751960050" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 242px; CURSOR: hand; HEIGHT: 209px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SbRWvn8Mh_I/AAAAAAAAAKs/Cpzii096gWM/s200/Copy+of+R4.109E.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A COLEÇÃO DE ROCHAS é composta por 1.260 amostras, tendo predomínio (42,9%) do grupo das metamórficas que, embora não sejam comuns na nossa região, são as mais numerosas em tipologias na natureza e diversas delas têm uso decorativo, tais como mármores, quartzitos, gnaisses, xistos, filitos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A COLEÇÃO DE PALEONTOLOGIA reúne um total de 235 fósseis, desde um esqueleto quase completo de rincossauro (um lagarto primitivo com cerca de 1,5 m de comprimento e 0,5 m de altura que foi comum (mais de 90% da fauna fóssil) na América do Sul e na África do Sul há cerca de 220-230 milhões de anos atrás, tinha crânio achatado e largo, era herbívoro e uma das presas comuns dos dinossauros carnívoros. Outros exemplares importantes são ossos de diversos outros répteis primitivos que viveram há cerca de 230 milhões de anos no Rio Grande do Sul: cinodontes (pequenos insetívoros ou carnívoros que deram origem ao grupo dos mamíferos), tecodontes (predadores quadrúpedes, com cerca de 1 metro de altura e mais de 3 metros de comprimento) e dicinodontes (herbívoros quadrúpedes com até 3 metros de comprimento). Podem ser vistas também algumas amostras de coprólitos (excrementos fossilizados) destes répteis. Compõem ainda a coleção vários fragmentos de troncos fósseis com idade de cerca de 200 a 210 milhões de anos, provindos do Município de Mata, bem como impressões de folhas de samambaias coletadas nas proximidades de Santa Maria, com mais de 220 milhões de anos. Ainda, existem alguns peixes fósseis com cerca de 70 milhões de anos, provenientes da região nordeste do Brasil, que se encontram inteiros ou fragmentados. &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-4425961769964098730?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/4425961769964098730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/03/historia-do-acervo-de-geologia-da.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/4425961769964098730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/4425961769964098730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/03/historia-do-acervo-de-geologia-da.html' title='História do acervo de Geologia da UNIJUÍ'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SbRWmIDAhhI/AAAAAAAAAKk/rYB11KX_2kU/s72-c/Copy+of+FV+453.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-6409033935936157580</id><published>2009-02-18T10:22:00.004-03:00</published><updated>2009-02-18T10:27:06.225-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='processos geológicos'/><title type='text'>Movimentos Tectônicos</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SZwMOzGS4bI/AAAAAAAAAH0/oMdUgPnWkvc/s1600-h/00003xps.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5304127909509915058" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 160px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SZwMOzGS4bI/AAAAAAAAAH0/oMdUgPnWkvc/s200/00003xps.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SZwL0CpA3bI/AAAAAAAAAHs/hfSp7xL9QG8/s1600-h/00003xps.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os movimentos tectônicos são também classificados em Orogênicos e Epirogênicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OROGÊNESE é o termo usado para a formação de grandes cinturões de montanhas, seja pelo choque entre placas, seja por grandes falhamentos, seja pela acumulação de diversos episódios vulcânicos. Neste último caso, acontece quando repetidas erupções vulcânicas empilham-se, originando elevações na superfície continental ou no fundo do oceano. O exemplo atual mais evidente de orogênese é a Cordilheira do Himalaia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;EPIROGÊNESE é o termo usado para a movimentação vertical de extensas porções continentais, seja de soerguimento ou elevação (epirogênese positiva) seja de rebaixamento (epirogênese negativa). Este deslocamento pode ser originado tanto pelos movimentos tectônicos como pelas variações do nível do mar. Neste caso, para áreas continentais, acontece epirogênese positiva tanto se a placa for soerguida como se o nível da água do oceano diminuir. As alterações do nível do mar aconteceram no passado devido a mudanças climáticas globais que ocorreram repetidas vezes na história da Terra. A deformação causada na porção central da placa da América do Sul pelo seu choque com o fundo do Pacífico, dá origem ao rebaixamento de toda a região do Pantanal, que abrange Brasil e Paraguai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas rochas, estes processos podem causar quebras ou dobras. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;TECTÔNICA QUEBRÁVEL – usamos este termo para o que acontece com as rochas da Litosfera quando são submetidas a movimentos e estão “frias” e portanto se quebram, dando origem a &lt;/div&gt;&lt;div&gt;FALHAS, FRATURAS e DIACLASES. Esta última refere às “rachaduras” das rochas originadas durante sua formação. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;TECTÔNICA DOBRÁVEL – quando as rochas são submetidas a pressões em regiões profundas, estando aquecidas. Resulta que as rochas são ‘dobradas’, ou seja deformadas, dando origem a rochas metamórficas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os processos tectônicos têm como importantes conseqüências os abalos sísmicos, que é assunto de outro texto deste blog. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-6409033935936157580?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/6409033935936157580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/02/movimentos-tectonicos.html#comment-form' title='22 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/6409033935936157580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/6409033935936157580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/02/movimentos-tectonicos.html' title='Movimentos Tectônicos'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SZwMOzGS4bI/AAAAAAAAAH0/oMdUgPnWkvc/s72-c/00003xps.gif' height='72' width='72'/><thr:total>22</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-2994569598668177833</id><published>2009-02-17T10:12:00.005-03:00</published><updated>2009-02-17T10:22:23.302-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='processos geológicos'/><title type='text'>A Tectônica de Placas hoje em dia</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SZq4ZiEEXII/AAAAAAAAAGQ/iJqgB-ZdQyU/s1600-h/360px-Tectonic_plates.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303754259962289282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 249px; CURSOR: hand; HEIGHT: 211px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SZq4ZiEEXII/AAAAAAAAAGQ/iJqgB-ZdQyU/s200/360px-Tectonic_plates.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na atualidade, existem três tipos de contatos ou limites entre as placas tectônicas, decorrentes das movimentações com sentido divergente, convergente ou de deslocamento horizontal. Já apareceram nos esquemas usados em texto anterior. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Os tipos de limites atuais entre as placas tectônicas são: os Divergentes, os Convergentes e os Transformantes. Veja as explicações a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Placas Divergentes: quando duas ou mais placas se movimentam em direções contrárias entre si, afastando-se uma(s) da(s) outra(s). Esse processo acontece na atualidade principalmente nos limites de placas ao longo das cadeias meso-oceânicas, como a porção central do Oceano Atlântico, que só iniciou a existir depois que o continente de Gonduana se dividiu, ocorrendo a separação entre a América do Sul e a África, há cerca de 120-130 milhões de anos atrás. Essa região de separação de placas é chamada de Zona de Acresção. O nome decorre de que o magma existente na porção superior da Astenosfera sobe através de fendas, situadas na crista das cadeias submarinas, e extravasa-se formando um novo fundo oceânico. Originam-se cadeias de vulcões como extensas elevações submarinas, à semelhança de uma cadeia de montanhas continentais, cuja topografia é mais definida do que nas cadeias montanhosas existentes nos continentes - podem alcançar mais de 1.000 km de largura e 20.000 km de extensão e a sua crista é marcada por profundas fendas ou falhas, por onde o magma pode ascender. Aí também acontecem terremotos rasos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Placas Convergentes: quando duas placas se chocam. Na maior parte das vezes, uma delas (a mais pesada) desliza por debaixo da outra – o que se denomina Subducção, formando profunda trincheira que penetra pelo fundo oceânico. A placa inferior desliza no interior da Astenosfera segundo um plano inclinado - entre 40ºa 60º com relação a horizontal. Essa região de junção de placas recebe o nome de Zona de Subdução ou Zona de Benioff-Wadati.&lt;br /&gt;Mais de 3/4 dos terremotos do mundo ocorrem hoje em dia nesse tipo de limite de placas. É aí também que se encontram os sismos de foco profundo, com 300 a 700 km de profundidade. E são os de maior intensidade, causando vibrações intensas e deformações na litosfera. Ao subduzir para zonas mais profundas da Astenosfera a placa rígida encontra altas temperaturas podendo ser parcialmente fundida ou metamorfizada. Esse novo magma, que é menos denso que as rochas circunvizinhas, sobe através de zonas de fraqueza da crosta e extravasa-se sob a forma de vulcões. Aproximadamente 2/3 das erupções vulcânicas conhecidas ocorrem nesse tipo de limite de placas. E são as mais explosivas, porque contém muitos gases inclusive vapor d’água. Exemplo importante de placas convergentes é a de Nazca e a da América do Sul. A interação do movimento dessas placas possibilitou a formação da Cadeia dos Andes e a trincheira oceânica Chile-Peru. Na América do Norte, existe uma situação tectônica semelhante que deu origem às Montanhas Rochosas, do oeste dos EUA e Canadá.&lt;br /&gt;Há três tipos de interação de placas convergentes: (1) convergência de duas placas oceânicas; (2) convergência de uma placa oceânica e uma placa continental; e (3) colisão de duas placas continentais. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;(1) Se ambas as placas contém crosta oceânica, uma é empurrada abaixo da margem da outra, &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SZq46MPHggI/AAAAAAAAAGY/Zt_Zm10wEoY/s1600-h/oceanocean.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303754821038735874" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 115px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SZq46MPHggI/AAAAAAAAAGY/Zt_Zm10wEoY/s200/oceanocean.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;formando um cinturão magmático marcado por uma cadeia de ilhas conhecido como arco de ilhas. Como exemplo deste tipo de limites de placas pode ser citado o arco de ilhas que formam as Filipinas e a Indonésia. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;(2) Se uma placa contém um continente, a crosta continental mais leve sempre resiste à subducção, forçando assim a placa oceânica a subduzir. A compressão pode deformar a margem &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SZq5QqHqhwI/AAAAAAAAAGg/v_P1YXnvdT4/s1600-h/oceancontinent.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303755207017662210" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 118px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SZq5QqHqhwI/AAAAAAAAAGg/v_P1YXnvdT4/s200/oceancontinent.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;continental e forma-se uma cadeia de montanhas sobre a margem da placa continental. As raízes profundas destas montanhas sofrem intenso metamorfismo e magmatismo. Os Andes sul-americanos constiuem exemplo deste tipo de colisão. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;3) No caso de ambas as placas convergentes serem continentais, nenhuma delas irá subduzir para o manto, pois têm densidades semelhantes. Ambas as massas continentais são comprimidas, e os continentes são unidos em um único bloco continental, com uma cadeia de montanhas marcando a linha da sutura. A cadeia do Himalaia é o melhor exemplo deste tipo de orogênese colisional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Placas em Movimento Horizontal ou Transformante ou Conservativo: quando o que separa as placas são deslocamentos laterais. O atrito entre as placas é grande de modo que podem ocorrer grandes esforços, metamorfismo e deformações nas rochas que, periodicamente, são liberados por meio de terremotos. As rochas são quebradas e ocorre vulcanismo de baixa intensidade. Para esse caso, o melhor exemplo é a falha de Santo André, na Califórnia, limitando a Placa Americana, com movimento geral na direção SE, da Placa do Pacífico, com movimento geral na direção NW. Veja o esquema mais a esquerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as placas tectônicas atualmente existentes têm limites dentre os tipos acima comentados, sendo diferentes nos seus diversos lados. Veja o exemplo da Placa Sul-Americana, que é limitada, a leste, pela divergência da cordilheira meso-Atlântica, onde a litosfera é criada, no oeste, pela zona de subducção convergente, onde a litosfera oceânica é consumida, e ao norte e ao sul, por limites transformantes.&lt;br /&gt;É interessante comentar que a África está atualmente se dividindo na sua porção leste. A Península Arábica foi originada pela quebra da porção nordeste do continente africano há cerca de 20 milhões de anos atrás, continuando hoje em dia a separação progressiva.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-2994569598668177833?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/2994569598668177833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/02/tectonica-de-placas-hoje-em-dia.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/2994569598668177833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/2994569598668177833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/02/tectonica-de-placas-hoje-em-dia.html' title='A Tectônica de Placas hoje em dia'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SZq4ZiEEXII/AAAAAAAAAGQ/iJqgB-ZdQyU/s72-c/360px-Tectonic_plates.png' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-8903299425217704084</id><published>2009-02-13T14:52:00.005-02:00</published><updated>2009-02-13T15:02:58.523-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='processos geológicos'/><title type='text'>Tectonismo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SZWm6QDtc4I/AAAAAAAAAGA/5IjdXekHKPs/s1600-h/placas.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5302327655971779458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 311px; CURSOR: hand; HEIGHT: 217px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SZWm6QDtc4I/AAAAAAAAAGA/5IjdXekHKPs/s200/placas.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao conjunto dos processos de origem interna (Geodinâmica Endógena) dá-se o nome de Geodinâmica Endógena. Aí incluímos diversos processos que vamos dividir em 4 grupos, mas que na realidade muitas vezes atuam concomitantemente e em interdependência, ao mesmo tempo ou em mesmos intervalos de tempo. Vamos falar sobre Tectonismo; Magmatismo: Vulcanismo e Plutonismo; Abalos sísmicos: Terremotos e Maremotos; Metamorfismo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Sob este nome incluiremos diversos processos: Epirogênese e Orogênese, Tectônica quebrável e Tectônica dobrável, todos decorrentes dos movimentos do magma na Astenosfera (veja figura no texto sobre Geodinâmica neste blog) arrastando junto conjuntos de rochas da Litosfera. A estes conjuntos chamamos de PLACAS TECTÔNICAS, que atualmente são em número de 7 com tamanho grande, igual número de médias e cerca de 30 pequenas. Veja um mapa das maiores na figura acima. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Você encontra um texto bastante interessante em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tect%C3%B3nica_de_placas"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tect%C3%B3nica_de_placas&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;As placas se movimentam e do choque entre elas se originam os terremotos, as cadeias de montanhas, os vulcões associados, a evolução dos continentes. Os movimentos acontecem porque a Litosfera, mais leve e fria do que o Manto, fica como que “flutuando” sobre o material mais quente e denso e parcialmente fundido, existente no topo da Astenosfera. É nessa parte viscosa, dos primeiros 200 km da Astenosfera, que são geradas as correntes de convecção, o mecanismo que proporciona a movimentação das placas tectônicas. Convecção é o temo usado para os movimentos de ascensão do magma quente e descida do magma resfriado, semelhante a qualquer fluído em aquecimento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5302327889486763394" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 381px; CURSOR: hand; HEIGHT: 276px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SZWnH1-BVYI/AAAAAAAAAGI/gh0jzs5O5MY/s200/tectonica.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A Teoria da Tectônica de Placas ou Tectônica Global&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O segundo nome é em razão de que esta teoria explica os processos geológicos do mundo todo. As placas da Litosfera deslizam, se separam ou colidem uma contra as outras a uma velocidade ATUALMENTE variável de 1 a 12 centímetros por ano, na verdade menor que o crescimento dos nossos cabelos (que é em média de 14 cm/ano). Nas regiões onde as placas se chocam ou se atritam, os esforços de deformação nas rochas aumentam e, periodicamente nesses pontos, acontecem vulcões e grandes terremotos. Nos limites das placas tectônicas, ao longo de estreitas e ininterruptas faixas, se concentra a maior parte da sismicidade de toda a Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sismicidade é o termo usado para referir a propagação das vibrações de terremotos e maremotos, ou de qualquer vibração nos materiais terrestres. Veja sobre Abalos sísmicos em texto anterior neste blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto às bordas das placas, o magma, existente no topo da Astenosfera, ascende até a superfície e extravasa ao longo de fissuras (como os do Hawaii), ou através de canais (condutos, chamados chaminés) para formar os vulcões (como os dos Andes e da Europa). Normalmente, terremotos e vulcões ocorrerem próximos aos limites das placas, porém, excepcionalmente, podem acontecer nas regiões internas das placas. Os vulcões do Hawaii são originados por um hot spot (ponto quente), que é uma fissura no interior da placa por onde o magma pode subir sempre que a pressão acumulada chega a um limite superior ao peso do magma.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Você tem também explicações interessantes nos endereços: http://www.oceanografia.ufba.br/ftp/Geologia_Marinha/AULA_4_1_Tectonica_Placas.pdf&lt;br /&gt;http://www.vulcanoticias.hpg.ig.com.br/tectoplacas5.html&lt;br /&gt;http://www.ensino.uevora.ptciencias-sinesCorrentes%20conveccaoII.ppt#270,25,Slide 25&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Teoria da Tectônica de Placas confirmou que os continentes se deslocaram e deslocam através da superfície do globo terrestre sobre o manto superior. Pelo deslocamento das placas tectônicas, a posição atual dos continentes, ou porções de continentes, não corresponde as suas posições no passado e não corresponderão as suas posições no futuro. As idéias sobre a Deriva dos continentes surgiram no final do século XIX e começaram a ser estudadas na primeira metade do século XX, sendo realmente entendida a Tectônica de Placas apenas nas décadas de 1960 e 1970.&lt;br /&gt;O termo Deriva dos Continentes foi (e é) usado para referir os primeiros entendimentos sobre a evolução das diferentes conformações dos continentes ao longo do tempo geológico. A principal evidência veio dos estudos de fósseis com iguais espécies encontradas nos atuais continentes que formavam o Gonduana – América do Sul, África, Antártica, Índia e Austrália, além da ilha de Madagascar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra evidência importante foi o conhecimento dos fundos oceânicos após a descoberta dos sonares, que permitiram mapear os relevos submarinos, a partir da década de 1950. Desde então, além de detalhar as formas dos fundos oceânicos, especialistas começaram a entender os processos tectônicos que acontecem abaixo do nível do mar, em todas as profundidades. E estes processos não são poucos nem são apenas restritos a poucas áreas, sabemos que há forte atividade vulcânica e sísmica (terremotos) em largas extensões dos fundos oceânicos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-8903299425217704084?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/8903299425217704084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/02/tectonismo.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/8903299425217704084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/8903299425217704084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/02/tectonismo.html' title='Tectonismo'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SZWm6QDtc4I/AAAAAAAAAGA/5IjdXekHKPs/s72-c/placas.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-3046723401744831971</id><published>2009-02-12T14:54:00.006-02:00</published><updated>2009-02-12T15:10:11.311-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='o que é Geologia'/><title type='text'>Geodinâmica - os processos geológicos</title><content type='html'>Os processos geológicos mantêm nosso PLANETA EM PERMANENTE TRANSFORMAÇÃO, ou seja, os processos originados pela dinâmica do magma do Manto (na Astenosfera, região profunda abaixo da nossa Litosfera sólida, veja a figura) causam um conjunto dito de ORIGEM INTERNA. Enquanto que os processos originados pela dinâmica da Atmosfera, da Hidrosfera e da Biosfera conjugadas causam um conjunto denominado de ORIGEM EXTERNA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5301956049930618690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 428px; CURSOR: hand; HEIGHT: 368px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SZRU77rZB0I/AAAAAAAAAFw/XNn76LGooAQ/s200/terra+interna+modific.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Podemos falar que os de origem interna criam relevos e rochas da Litosfera, enquanto que os de origem externa tendem a aplainar os relevos e destruir as rochas, dando origem aos solos. A atuação contínua destes dois “tipos” ao longo do tempo é que resulta na atual configuração da superfície terrestre. Estes processos continuam agindo nos dias atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, um vulcão ao entrar em erupção expele magma e cinzas na atmosfera, que se espalham na superfície e, ao esfriarem, se cristalizam e formam rochas magmáticas. Mais tarde, ficando expostas, estas rochas tendem a ser alteradas química e fisicamente, dando origem a materiais incoesos, que podem formar camadas de solo ou podem ser erodidos. Portanto, a superfície terrestre pode estar continuamente me transformações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é Magma? É uma mistura de fluídos (líquidos + gases) correspondente a rochas fundidas. Por estar em profundidade (na Astenosfera e no Manto), o magma está submetido a grandes pressões e ascende na litosfera por qualquer rachadura. Na litosfera, como a temperatura é menor, o magma resfria e solidifica, dando origem a uma rocha magmática ou ígnea (os dois termos são sinônimos). O magma somente pode ser visto quando ascende até a superfície da litosfera, numa erupção vulcânica, sendo então denominado de lava. Em casos de zona de subducção, as pressões são muito grandes e a erupção é violenta. Em outras situações, não se acumula tanta pressão e a erupção é menos espetacular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5301956653730394514" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 289px; CURSOR: hand; HEIGHT: 217px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SZRVfFAecZI/AAAAAAAAAF4/YT13aYMP5Fc/s200/vulcao.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-3046723401744831971?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/3046723401744831971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/02/geodinamica-os-processos-geologicos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/3046723401744831971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/3046723401744831971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/02/geodinamica-os-processos-geologicos.html' title='Geodinâmica - os processos geológicos'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SZRU77rZB0I/AAAAAAAAAFw/XNn76LGooAQ/s72-c/terra+interna+modific.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-3338955539760518465</id><published>2009-02-09T21:34:00.002-02:00</published><updated>2009-02-09T21:42:28.258-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terremotos'/><title type='text'>Abalos sísmicos: terremotos e maremotos</title><content type='html'>ABALOS SÍSMICOS são as vibrações propagadas pelas rochas da Litosfera sempre que as placas tectônicas se movimentam rapidamente. Quando acontecem em áreas de continente são chamados de TERREMOTOS, quando acontecem em fundo marinho, são os MAREMOTOS. Neste último caso, podem ocasionar TSUNAMIS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tsunami é palavra de origem japonesa que denomina as grandes ondas originadas pela propagação das vibrações na água do mar, uma catástrofe de extraordinária violência que acontece em zonas costeiras. A causa mais freqüente para tsunamis são terremotos no assoalho oceânico; mas também podem derivar de erupções vulcânicas submarinas ou de explosões causadas por gases acumulados no subsolo do oceano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os abalos sísmicos mais intensos são os que acontecem nas bordas de placas tectônicas convergentes. Os terremotos e maremotos podem ocasionar conseqüências desastrosas se seu epicentro (veja texto adiante) atingir áreas populosas. No mundo todo, ocorrem mais de 800.000 terremotos por dia, a maioria de pequena intensidade e atingindo áreas rurais com pouca população ou desabitadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Epicentro é o local de origem do deslocamento, que pode ser em profundidades diversas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, um terremoto causa desabamentos de prédios, viadutos, rodovias, bem como pânico nas pessoas, o que pode provocar mortes, além dos danos a patrimônios. Podemos dizer que um terremoto por si só não mata ninguém, a menos que a pessoa esteja passando no exato local onde uma fratura está se abrindo. Você lembra da Lois Lane no filme Super-homem 1? Ela cai na fratura aberta por um terremoto mas o Super-homem a salva, segurando as paredes da fratura!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora no Brasil não tenhamos limites de placas atualmente, tivemos no passado geológico (há centenas de milhões de anos atrás), quando nosso continente estava em formação. Sobre os terremotos que acontecem no Brasil atualmente e suas causas, leia um texto meu no endereço: http://www.sinpronoroeste.org.br/artigo_ver.php?COD_ARTIGO=126. ou o texto neste blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas situações problemáticas estão sendo discutidas nos últimos anos, como o caso da cidade de Cubatão, importante centro industrial da Baixada Santista, no estado de São Paulo, que está situada sobre uma falha geológica que ganhou seu nome e foi descoberta em 1987. O município situa-se na Unidade de relevo Serra do Mar, que faz parte dos grandes conjuntos de rochas mais antigas do território brasileiro. O fenômeno foi estudado pelo professor e geógrafo Cesar Cunha Ferreira. Veja no endereço eletrônico http://www.novomilenio.inf.br/cubatao/ch055.htm, os esquemas que explicam o estudo feito por FERREIRA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica uma grande dúvida: esta falha geológica pode causar graves conseqüências se for reativada, ou seja, se a propagação das vibrações de terremotos atuais poderão fazer com que haja movimentação e oscilação na superfície na região? Quais conseqüências decorreriam deste fato?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quiseres ter uma pequena noção de como é a sensação de um terremoto de baixa intensidade, pare sobre uma ponte grande e espere um caminhão pesado passar por esta ponte... Ou visite o Museu de Ciência e Tecnologia da PUC-RS em Porto Alegre, onde encontramos uma simulação de terremoto: após apertar um botão, a “casa” trepida, vibra como se fosse atingida por um terremoto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sítio eletrônico http://www.apolo11.com/terremotos.php você pode ver a localização e um pequeno texto sobre os últimos terremotos que acontecem no Brasil e no mundo. E no endereço http://www.apolo11.com/richter.php você encontra explicações sobre as escalas de medida da intensidade de terremotos Richter e Mercalli, bem como noticiário sobre os terremotos acontecidos no mundo nos últimos dias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-3338955539760518465?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/3338955539760518465/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/02/abalos-sismicos-terremotos-e-maremotos.html#comment-form' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/3338955539760518465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/3338955539760518465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/02/abalos-sismicos-terremotos-e-maremotos.html' title='Abalos sísmicos: terremotos e maremotos'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-7868937824604528828</id><published>2009-02-03T17:23:00.011-02:00</published><updated>2009-02-03T17:36:42.749-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='o que é Geologia'/><title type='text'>Difusão da informação geológica: ainda falamos em código ou nos comunicamos com a sociedade?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SYiacz8vt9I/AAAAAAAAAFo/fA8d4ABj3y4/s1600-h/Terra.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298654781373396946" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 194px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SYiacz8vt9I/AAAAAAAAAFo/fA8d4ABj3y4/s200/Terra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;            Este foi título de discussões em mesas redondas nos Congressos Brasileiros de Geologia promovidos pela Sociedade Brasileira de Geologia – SBG, e pelo Serviço Geológico do Brasil – SGB. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentamos sobre as dificuldades que os profissionais de Geologia têm em constituir bons canais de comunicação com a opinião pública, referindo-se ao uso do “vernáculo geologuês” como principal empecilho. Isto acontece também na esfera do ensino e dos livros didáticos. Embora os assuntos de Geociências despertem interesses e curiosidade em muitas pessoas, sistematicamente não conseguimos nos fazer entender, pelo emprego da terminologia técnica em vez do uso de uma linguagem compreensível ao público a que se destina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece também de pessoas que, ao se apropriarem desta linguagem técnica sem ou com rápida formação acadêmica, começam por mal utilizarem, mistificando-a como sinal de ‘status’ e acabam por contribuir para dificultar seu entendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para atingir o interesse da população em geral, é necessário sair da linguagem em código – tecnicista. Também existe o estereótipo histórico: a atividade de mineração no Brasil está ligada a clandestinidade, insalubridade, riqueza fácil, exploração imperialista, degradação ambiental. A população em geral tem uma relação de amor e ódio com atividades de mineração – sabe que precisa, mas tem uma imagem de degradação do meio ambiente, embora hoje em dia saibamos da exigência de planos de recuperação e prevenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro de uma conversa que tive com um colega que atua em exploração mineral que comentou : “pecuária extensiva polui e erode muito mais do que a mineração, que é atividade pontual atingindo áreas restritas”. Posso agregar aqui uma frase da geóloga Lúcia Castanheira de Moraes (professora do curso de Mineração do CEFET Araxá): “Todo cidadão tem direito a ter conhecimentos de geologia e a entender a Terra”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, conhecer e entender os processos naturais constitui uma necessidade em razão das discussões que se fazem imperativas sobre escassez e comprometimento da qualidade dos recursos minerais, energéticos e hídricos; sobre aumento da insegurança habitacional e da vida causada pela expansão urbana; sobre os processos de desertificação; sobre flutuações e mudanças globais. E citando o colega Edézio de Carvalho: “quem conhece a própria casa não tropeça em cristaleiras”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo sentido, é a frase do professor do Instituto de Geociências da UNICAMP, Maurício Compiani: “A geologia integra de forma sistematizada os conhecimentos sobre ar, água e solo, as intervenções humanas e as conseqüências de atuação da biosfera mo meio sócio-econômico, levando em conta o planejamento em padrões temporais de longo alcance e em padrões espaço-temporais”. Não por uma questão corporativa, nem de reserva de mercado, mas por responsabilidade social, citando exemplos de graves problemas de geo-engenharia: as estradas que necessitam de constante reposição de pavimentação, os deslizamentos de terra em áreas de risco, a Usina Angra dos Reis instalada sobre uma zona de falhas geológicas, portanto passível de instabilizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o professor Kenitiro Suguio, da USP, “brincou” que a causa do desconhecimento de processos geológicos é que no Brasil temos falta de terremotos e vulcões ativos – quanto a isto nada podemos fazer... Ele defendeu a introdução de conteúdos de Geologia a partir da 5ª série, não concorrendo com conteúdos de Geografia nem de Biologia, porque trata dos processos da “fisiologia” do planeta Terra.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-7868937824604528828?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/7868937824604528828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/02/difusao-da-informacao-geologica-ainda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/7868937824604528828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/7868937824604528828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/02/difusao-da-informacao-geologica-ainda.html' title='Difusão da informação geológica: ainda falamos em código ou nos comunicamos com a sociedade?'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SYiacz8vt9I/AAAAAAAAAFo/fA8d4ABj3y4/s72-c/Terra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-478339195527165962</id><published>2009-02-03T17:10:00.007-02:00</published><updated>2009-02-09T21:53:56.169-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='o que é Geologia'/><title type='text'>Ensinar e aprender sobre Geociências</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SYiZK21_TsI/AAAAAAAAAFg/7c910m7i2-A/s1600-h/Copy+of+R4.034xxx.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298653373401091778" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 184px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SYiZK21_TsI/AAAAAAAAAFg/7c910m7i2-A/s200/Copy+of+R4.034xxx.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SYiY_jS1g9I/AAAAAAAAAFY/PV-8M5b8uGI/s1600-h/Copy+of+R1.115xxx4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298653179174814674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 249px; CURSOR: hand; HEIGHT: 169px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SYiY_jS1g9I/AAAAAAAAAFY/PV-8M5b8uGI/s200/Copy+of+R1.115xxx4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Educar em Geociências refere-se a mais do que ensinar a conhecer as estruturas do Sistema Terra, as formas do relevo e os rios. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;É bem mais do que estudar Geologia e pesquisar jazidas minerais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É mais do que aprender a classificar rochas, minerais e fósseis, saber seus nomes e variedades.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Envolve ensinar a reconhecer e raciocinar sobre os processos que ocorrem no nosso planeta, onde e como acontecem, relacionando com os que ocorreram no passado e quais as implicações para as sociedades que os utilizam e como neles atuam.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Envolve compreender e planejar o uso dos ambientes, sabendo que processos naturais são profundamente modificados pelas interferências decorrentes dos modos produtivos com que a sociedade tira seu sustento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A sobrevivência da sociedade e a qualidade de vida de cada um de seus membros dependem da eficiência do planejamento e da contribuição individual nestes planos, abarcando programas com prazos de implantação, em bases legais e técnicas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fica fácil culpar a natureza pela ocorrência de catástrofes e danos, em vez de reconhecer que nossa sociedade é que causou desequilíbrios, sem avaliar suas conseqüências. Então, por exemplo, ao acontecer desabamento de construções ou rachaduras numa casa ou erosão de camadas de solo produtivo, precisamos pensar nas condições naturais de solos e de chuvas que foram progressivamente mudadas por nossa utilização do território, sem planejar nem prever suas conseqüências. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Aparece aqui a evidência de que conhecimentos específicos são necessários desde o início de nossa formação. Nesta abrangência, dá-se a atuação da Coleções de Geologia do Laboratório do Laboratório de Ensino em Ciências Sociais da UNIJUÍ, com apoio da FAPERGS e da UNIJUÍ. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Com a infra-estrutura do laboratório, as coleções de minerais, rochas e fósseis são usadas para subsidiar atividades com alunos do Ensino Básico. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nos objetivos dos projetos efetivados, destaco:&lt;br /&gt;Desenvolver instrumentos didático-pedagógicos para motivar os conhementos atuais das Geociencias;&lt;br /&gt;Dar fundamentação à construção de ferramentas de ensino para os conteúdos de Geologia. Neste sentido, organizamos materiais e protótipos de jogos didáticos eletrônicos e físicos (em papel, plástico, etc.) para os diferentes níveis do Ensino. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Através deste laboratório, desenvolvemos:&lt;br /&gt;Divulgação de informações sobre os materiais terrestres, das metodologias de estudo e classificação de rochas, minerais e fósseis e difusão da história do meio físico que compõe os ambientes gaúchos e brasileiros através de oficinas e palestras;&lt;br /&gt;Contínua revisão do acervo, com classificação e incorporação de novos materiais, somando atualmente 3.118 amostras catalogadas;&lt;br /&gt;Construção dos arquivos de classificação e de imagens, somando um banco virtual agrupado por coleções, 11 vitrines expositoras e um banco de imagens digitais com 3.013 arquivos;&lt;br /&gt;Produção de materiais de referência sobre Geologia para atividades de pesquisa, extensão e ensino nos níveis Fundamental, Médio e Superior (em construção);&lt;br /&gt;Elaboração de propostas para jogos didáticos, que estão sendo testados em atividades de oficinas e de aulas práticas. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-478339195527165962?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/478339195527165962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/02/ensinar-prender-sobre-geociencias.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/478339195527165962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/478339195527165962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/02/ensinar-prender-sobre-geociencias.html' title='Ensinar e aprender sobre Geociências'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SYiZK21_TsI/AAAAAAAAAFg/7c910m7i2-A/s72-c/Copy+of+R4.034xxx.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-1559162468762617036</id><published>2009-01-31T17:42:00.004-02:00</published><updated>2009-01-31T18:03:48.939-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='riscos e acidentes geológicos'/><title type='text'>Acidentes geológicos urbanos</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SYSrKwhSalI/AAAAAAAAAFQ/nZuFjgD1PZg/s1600-h/1229916_blumenau_enchentes_santa_catarina_ultimo_segundo_348_465.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5297547263006108242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 178px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SYSrKwhSalI/AAAAAAAAAFQ/nZuFjgD1PZg/s200/1229916_blumenau_enchentes_santa_catarina_ultimo_segundo_348_465.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Este é um assunto discutido pela comunidade geocientífica, ou seja, por profissionais de Geologia do setor público e privado, professores, pesquisadores e estudantes. Aabrange os processos responsáveis pela deflagração de acidentes geológicos em áreas urbanas. Tais ocorrências são resultantes da falta de planejamento urbano e da carência de estudos que organizem as informações básicas sobre o meio físico. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O crescimento “explosivo” da ocupação urbana no Brasil, decorrente do contexto sócio-econômico das ultimas décadas, caracterizou-se por não obedecer a critérios de planejamento baseados nos condicionantes do meio físico e ao interesse maior do bem-estar da coletividade, mas priorizou os interesses financeiros imediatistas, levando a usos inadequados do solo urbano. Sabemos que os planos diretores urbanos são exigências ao gerenciamento das cidades há mais de três décadas, mas apenas agora as cidades brasileiras têm a obrigatoriedade de regular a ocupação do solo urbano por leis elaboradas de forma participativa, com audiências públicas da equipe técnica de elaboração apresentando e discutindo com a população chamada a participar de forma ampla. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um acidente geológico urbano resulta da ocupação de um território feita sem levar em consideração estudo e informações básicas de caracterização do meio físico, abrangendo os processos naturais e os decorrentes da alteração desencadeada pela própria ocupação. As informações geológicas e geotécnicas, considerando a caracterização de meio físico, bem como o entendimento das relações envolvidas entre ocupação do solo e riscos decorrentes, fundamentam as ações de planejamento e administração pública garantindo a qualidade desta ocupação, bem como reduzindo ao mínimo os riscos de ocorrência de acidentes causadores de perdas de vidas e de prejuízos econômicos à população e ao poder público. Isto porque tais informações fornecem indicadores indispensáveis à racionalização do crescimento, dando as bases para definição da adequabilidade dos terrenos para diferentes finalidades e as formas de evitar a ocorrência de acidentes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Os acidentes geológicos urbanos são estudados e conhecidos há décadas no Brasil, sendo as áreas urbanas dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro mais longamente atingidas. É importante salientar que as cidades do Rio de Janeiro, Santos, Cubatão, Guarujá, entre outras, apareciam regularmente na imprensa nos meses de verão, com a ocorrência de desastres, mas nos últimos anos, após estudos e planejamento, estão controladas as ocorrências.&lt;br /&gt;Acidentes geológicos urbanos acontecem por aceleração ou potencialização de processos naturais do meio físico, evolução esta causada pelo uso e ocupação de áreas sem considerar as possibilidades de ocorrência de processos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os processos causadores de acidentes em áreas urbanas historicamente mais comuns no Brasil são:&lt;br /&gt;Inundações&lt;br /&gt;Afundamentos&lt;br /&gt;Movimentos de massa: rastejos; escorregamentos; queda de blocos e desabamentos; corridas de massa.&lt;br /&gt;Erosão&lt;br /&gt;Expansão e contração de solos&lt;br /&gt;Adensamento de solos&lt;br /&gt;Colapso de solo&lt;br /&gt;Poluição das águas&lt;br /&gt;Acidentes costeiros; erosão marinha; assoreamentos e dragagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir, uma rápida explicação de cada um destes riscos.&lt;br /&gt;Qualquer rio tem sua área natural de &lt;strong&gt;inundações&lt;/strong&gt;. Passa a constituir risco quando a ocupação urbana não respeita o limite natural que o curso do rio alaga quando da ocorrência de chuvas intensas, mais ampliadas pela retirada da cobertura vegetal, pela impermeabilização do solo por obras e pavimentações, pelos barramentos e alteração do fluxo das águas, pelos aterramentos, pelos entulhamento causados por despejo de resíduos sólidos e líquidos. Entretanto, o limite que as águas atingem pode ser facilmente definido a campo através de estudos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Afundamentos&lt;/strong&gt; acontecem quando as rochas do substrato são desestruturadas por mudanças no regime natural de percolação das águas subterrâneas. São responsáveis por recalques em fundações, trincas, rachaduras e até ruína de edificações. Estudos técnicos e monitoramento constante podem prever a ocorrência destes processos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O termo &lt;strong&gt;Movimentos de massa&lt;/strong&gt; reúne movimentos gravitacionais de mobilização de materiais minerais encosta abaixo. &lt;strong&gt;Rastejos&lt;/strong&gt; são movimentos lentos e contínuos da camada de solo ao longo de uma encosta, intensificados pela instabilidade introduzida pela abertura de cortes e sobrepeso por aterros, construções, depósitos, podendo preceder movimentos mais rápidos como os escorregamentos. &lt;strong&gt;Escorregamentos&lt;/strong&gt; são os acidentes geológicos que mais causaram perdas humanas no Brasil. Constituem movimentos rápidos e bruscos de camadas de solo e ou rocha, deflagrados pela ocupação desordenada de encostas, com aumento de pesos, que podem ser conseqüências da concentração das águas da chuva, lançamento de águas servidas (esgotos), execução imprópria de cortes e aterros, deposição de lixo, remoção da cobertura vegetal natural. &lt;strong&gt;Queda de blocos&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;desabamentos&lt;/strong&gt; denomina os movimentos rápidos em queda livre ou rolamento, que envolvem blocos ou grandes lascas de rocha isolados em encostas. O processo é causado em encostas de afloramento rochoso com blocos soltos ou com fraturamento e são deflagrados por perda do apoio natural quando são feitas mudanças na superfície por retirada da cobertura vegetal e outras, as mesmas mencionadas antes para escorregamentos. A ocupação desordenada de encostas sem critérios técnicos pode também desencadear processos de corridas de massa, que são escoamentos de volumes de solo ou solo e rochas saturados com água o longo das encostas até atingir o vale. Todos estes processos podem ser evitados através de estudo e monitoramento das encostas suscetíveis.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;Erosão acelerada&lt;/strong&gt; provocada pela ação das chuvas em conseqüência da ocupação urbana inadequada coloca em desequilíbrio as encostas urbanas, que ficam sujeitas à formação de sulcos e voçorocas e ao soterramento de canais fluviais, intensificando enchentes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Expansão e contração de solos&lt;/strong&gt; ocorre com solos que podem variar de volume, expandindo quando saturados com água e contraindo quando secos, sendo intensificadas com construções e acréscimo de peso na superfície. A repetição da variação de volume desestrutura e desagrega o solo, que fica mais suscetível à erosão, a colapsos e à instabilidade de encostas, de leitos de pavimentação, de fundações de pequenas e grandes obras, de rompimento de redes de abastecimento subterrâneas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O &lt;strong&gt;Adensamento de solos&lt;/strong&gt; acontece em misturas de sedimentos com água e restos de matéria orgânica, conseqüentes de aterramentos de banhados. Esta mistura, quando submetida à sobrecarga, fica sujeita a deformações a partir da perda de água e da decomposição das moléculas orgânicas, reduzindo o volume e por conseqüência deformando a superfície e estruturas fundadas neste material, sejam aterros, pavimentos ou edificações. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Colapso de solo&lt;/strong&gt; é o processo característico de solos porosos compostos por misturas de areia com silte e argilas, que torna possível acontecer um rearranjo abrupto da estrutura interna quando há acréscimo de água, causando um abatimento do terreno em conseqüência da falência do arcabouço. Isto pode ocorrer em solos diversos, tais como eólicos, coluvionares (de base de encostas), aluviões (de rios), de aterros, podendo também acontecer em solos argilosos com fortes variações nos teores de umidade (como o que acontece quando há uma vazamento de uma rede de água ou esgoto). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O termo &lt;strong&gt;Poluição das águas&lt;/strong&gt; faz referência a qualquer processo de alteração das condições físicas, químicas ou biológicas das águas naturais, superficiais ou subterrâneas, decorrente de atividades humanas não controladas. O planejamento territorial de toda a ocupação da área de uma bacia hidrográfica é a medida principal para preservar os recursos hídricos, evitando a poluição e por conseqüência preservar a qualidade de água e possibilitar o controle do comportamento das águas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, há processos que não podem acontecer na nossa região noroeste do Rio Grande do Sul: os &lt;strong&gt;Acidentes costeiros&lt;/strong&gt; (erosão marinha; assoreamentos e dragagens) acontecem em razão da ocupação indevida de terrenos litorâneos, onde incidem a partir da dinâmica das ondas e correntes marinhas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A ocorrência de acidentes geológicos não se restringe apenas aos grandes núcleos urbanos, mas pode afetar também comunidades urbanas de menor porte e mesmo as áreas rurais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Podemos evitar estes processos? Sim!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A prevenção de acidentes geológicos pode ser feita se levados em conta:&lt;br /&gt;Estudos de identificação, análise e monitoramento das áreas de risco;&lt;br /&gt;Implantação de programas integrados de educação e informação à população;&lt;br /&gt;Fiscalização e monitoramento das intervenções nas encostas e vales para que sejam feitas com critérios técnicos e preventivos.&lt;br /&gt;Medidas de precaução a eventos de acidentes direcionadas a reduzir a ocorrência ou a magnitude dos processos devem considerar 3 ações:&lt;br /&gt;1- eliminação e ou redução das instalações sob risco, com a recuperação das condições que intensificaram os processos;&lt;br /&gt;2- impedimento da locação de novas áreas de risco, pelo controle da expansão e do adensamento da ocupação em áreas suscetíveis;&lt;br /&gt;3- convivência com os riscos, através de programas da Defesa Civil que instruam a população sobre os processos de risco e seus indícios precursores da ocorrência. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Disponível em &lt;http: cod_artigo="127"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revista Informação, nº 79, p. 12-13. Sinpronoroeste, Ijuí, dez. 2006. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-1559162468762617036?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/1559162468762617036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/01/acidentes-geologicos-urganos.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/1559162468762617036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/1559162468762617036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/01/acidentes-geologicos-urganos.html' title='Acidentes geológicos urbanos'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SYSrKwhSalI/AAAAAAAAAFQ/nZuFjgD1PZg/s72-c/1229916_blumenau_enchentes_santa_catarina_ultimo_segundo_348_465.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-2881952572714847544</id><published>2009-01-11T17:21:00.005-02:00</published><updated>2009-01-11T17:30:16.387-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='planejamento ambiental'/><title type='text'>Riscos ambientais e planejamento: O caso de Santa Catarina, 2008</title><content type='html'>Por que ocorreu agora esta tragédia? Terá sido só culpa da chuva, como referido na mídia?&lt;br /&gt;Não é agora questão de apontar culpados, mas fazer uma reflexão em bases cientificas, na tentativa de impedir problemas futuros maiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A chuva foi extraordinária.”No médio Vale do Itajaí ocorreu mais que o dobro da quantidade de chuva que causou a enchente de agosto de 1984. Aquela enchente foi causada por 200 mm de chuva em todo o Vale do Itajaí. Agora, em dois dias foram registrados 500 mm de precipitação, ou seja, 500 litros por metro quadrado, mas somente no Médio Vale e no Litoral.” Equipe do Projeto Piava (Fundação Agência de Água do Vale do Itajaí) http://www.sbpcpe.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precipitações pluviométricas repetidas com intensas concentrações no verão são comuns, por exemplo, as inundações em Lages, em fevereiro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Existe uma periodicidade de anos mais secos e anos mais úmidos, com intervalos de 7 a 10 anos, e entramos no período mais úmido no ano passado. Esse mecanismo faz parte da dinâmica natural do clima. De qualquer forma, outros eventos climáticos como esse são esperados e com certeza vão acontecer.” Equipe do Projeto Piava (Fundação Agência de Água do Vale do Itajaí) http://www.sbpcpe.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste contexto, precisamos aceitar que concentrações de chuvas são parte do clima subtropical em que vivemos.&lt;br /&gt;E foi esse clima que originou a nossa vegetação, a mata atlântica e os campos.&lt;br /&gt;Esta cobertura vegetal que é essencial às nossas paisagens, assim como as matas ciliares não existem apenas para enfeitar as margens de rios, mas para protegê-las.&lt;br /&gt;As matas e campos que compõem a cobertura vegetal natural das encostas, dos topos de morros, das margens de rios são as proteções naturais do solo em relação aos processos de erosão provocada por escoamentos superficiais das águas das chuvas, permitem a alimentação dos lençóis subterrâneos e a manutenção de nascentes, banhados e rios, e evitam que a água da chuva provoque inundações rápidas (enxurradas).&lt;br /&gt;“De todos os desastres naturais, as enchentes são os mais previsíveis, e por isso mais fáceis de lidar. Os deslizamentos e as enxurradas não.” Equipe do Projeto Piava (Fundação Agência de Água do Vale do Itajaí) http://www.sbpcpe.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A retirada da vegetação para construção de habitações e estradas sem acatar as condições do relevo nem poupar a distância de precaução dos cursos d’água acaba se tornando um fator de risco à existência das obras e outras estruturas, como o gasoduto e a BR 101em Santa Catarina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme a ONU, a face humana das mudanças climáticas corresponde à perspectiva de furacões, secas e tempestades romperem as estruturas sociais e econômicas de cidades ou de países, agravarem a fome e a violência no mundo, ampliarem epidemias de doenças infecciosas, aumentarem a marginalização social e motivar migrações de milhões de pessoas. E isto se refere à quase metade da população mundial que habita áreas de risco de algum tipo. www.ambientebrasil.br 06/04/2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fatores de riscos são estudados há anos por equipes da USP e da GEORIO (Prefeitura do Rio de Janeiro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SWpG-mBvI_I/AAAAAAAAAFA/NxeW51hWYh4/s1600-h/classificacao.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5290118753473733618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 383px; CURSOR: hand; HEIGHT: 298px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SWpG-mBvI_I/AAAAAAAAAFA/NxeW51hWYh4/s200/classificacao.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;Além disto, as condições locais do relevo também são favoráveis a este tipo de ocorrência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fatores causadores de deslizamentos e demais processos de movimentos de massa são fenômenos da geodinâmica natural. O desmatamento não é sua principal causa, mas o excesso de chuva, que altera as propriedades que dão estabilidade aos solos e mantos de alteração para permanecerem nas encostas. Temos de lembrar que as mudanças climáticas estão efetivas, concentrações de chuvas estão ocorrendo e não sabemos qual será a recorrência destes episódios, mas sabemos que existe a tendência de continuarem e expandirem, já que as alterações ambientais não podem ser rapidamente revertidas. Sob a alegação de elevados custos, poucas medidas estão lentamente sendo planejadas. Mas, vimos recentemente imensas somas que foram aplicadas na diminuição de impactos da crise econômica mundial. Então, podemos afirmar que há falta dinheiro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos reduzir os impactos e ao mesmo tempo adaptar nossas construções e usos às mudanças climáticas. Isto me faz lembrar o titulo de uma palestra do geólogo Agostinho Ogura, em 2004: ESCORREGAMENTOS, EROSÕES E ENCHENTES: FATALIDADE OU FALTA DE PLANEJAMENTO ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de ocupação de encostas do vale do Itajaí, assim como outras áreas da encosta do Planalto Atlântico, com cortes dos barrancos e com interrupção em patamares, são cruciais os fatores inerentes ao regolito, que é pouco resistente, se apresenta muito profundo e com vários planos de possíveis rupturas (as descontinuidades das rochas), além da grande inclinação natural das encostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, está formado o cenário da tragédia acontecida em Santa Catarina mas também reincidente em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, em regiões com substrato de rochas metamórficas e sedimentares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os processos de ocupação dos solos nas cidades não acontecem levando em conta que estão assentadas sobre rochas antigas, com alto grau de intemperismo, com baixa capacidade de suporte.&lt;br /&gt;Cortes e mudanças nas encostas aumentam a instabilidade natural. A concentração de chuvas acaba com a pouca resistência e aí acontece o deslizamento.&lt;br /&gt;Acidentes por escorregamentos e deslizamentos de regolito, por inundações e erosão pela chuva e ação dos rios são condicionados por diferentes fatores, mas todos componentes da dinâmica natural do meio físico. Os mesmos fatores que condicionam a morfologia dos relevos, que é uma resposta a estes diversos fatores da natureza, que vão modelando a paisagem no sentido do equilíbrio geodinâmico, resultante de processos de erosão e deposição que foram, progressivamente, ao longo de milhões de anos, ajustando as paisagens a uma estabilidade temporária. O conhecimento geomorfológico permite-nos entender a ação destes processos e buscar os menores impactos possíveis à paisagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ocupação do solo é ordenada por leis municipais, os Planos Diretores. São essas leis que definem como as cidades e os municípios devem crescer, que áreas vão ocupar e como se dará a ocupação. Por falta de conhecimento técnico ou por não levá-lo em consideração, os poderes públicos (executivo, judiciário e legislativo) “deixam acontecer”...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa principal lei federal, o Código Florestal, que já é “quarentona” (Lei Federal 4.771, de 15 de setembro de 1965), tem sido sistematicamente desrespeitada pelos planos diretores em praticamente todo o Vale do Itajaí, assim como, infelizmente, na maioria do território brasileiro, sob a argumentação de que o município (ou o valor imobiliário???) é soberano para deliberar, ou talvez julgando que a mata é um “enfeite” desnecessário, muitas vezes até alegando questões de segurança pública.&lt;br /&gt;Desta maneira, as encostas têm sido ocupadas, retalhadas e recortadas, sem considerar as condições naturais especificas de cada caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos vendo uma falta de entendimentos que está baseada na idéia, e na irresponsabilidade, de que temos primazia para descaracterizar as condições dos terrenos para satisfazer nossos projetos, em vez de adequarmos nossos projetos à realidade dos terrenos, à dinâmica natural dos processos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, nas áreas rurais também é assim, com a fiscalização ambiental pouco eficiente no controle de desmatamentos e intensidade de cultivos em locais desaconselháveis, como mostram denúncias divulgadas por redes de entidades ambientalistas. Portanto, há um longo caminho para trilharmos até a uma sociedade responsável e comprometida com o seu ambiente. Mas temos de começar logo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos evoluir muito na gestão urbana e rural e encontrar estruturas e instrumentos que permitam a convivência entre cidade, agricultura, rios e encostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referindo a Santa Catarina: “Não adianta reconstruir o que foi destruído, sem considerar o equívoco do paradigma que está por trás desse modelo de ocupação. É necessário pensar soluções sustentáveis. O desafio é reduzir a vulnerabilidade.” ”Uma estranha coincidência é que a tragédia catarinense ocorreu na semana em que a Assembléia Legislativa concluiu as audiências públicas sobre o Código Ambiental, uma lei que é o resultado da pressão de fazendeiros, fábricas de celulose, empreiteiros e outros interesses, apoiados na justa preocupação de pequenos agricultores que dispõe de pequenas extensões de terra para plantio.”&lt;br /&gt;Equipe do Projeto Piava (Fundação Agência de Água do Vale do Itajaí) http://www.sbpcpe.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vemos é a drástica redução das áreas de preservação permanente ao longo de rios e banhados, a desconsideração de áreas declivosas, topos de morro e nascentes, além da eliminação das áreas protegidas dos campos de altitude (que são recarga de aqüíferos). Estes são danos causadores de aumento de ocorrência e agravam os efeitos de catástrofes como a que estamos vivendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Alega o deputado Moacir Sopelsa que a lei ambiental precisa se ajustar à estrutura fundiária catarinense, como se essa estrutura fundiária não fosse, ela mesma, um produto de opções anteriores, que negligenciaram a sua base de sustentação.” Equipe do Projeto Piava (Fundação Agência de Água do Vale do Itajaí) http://www.sbpcpe.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;”A prevenção e a detecção de desastres naturais e, depois, a resposta e a recuperação, exigem articulação institucional, do governo nacional ao local, e ação coordenada dos serviços de meteorologia, hidrologia, geologia, marinha e saúde, além da conscientização, participação e cooperação da sociedade civil, com base em planejamento e uma legislação que funcione antes, durante e depois das tragédias.” Carlos Fioravanti. As faces do tempo. In Pesquisa. FAPESP, 154, setembro 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os poderes públicos e privados necessitam aprender que a estrutura fundiária e a urbana precisam se ajustar à Natureza, cujas leis são irrevogáveis, sabendo-se que a tentativa de “revogá-las” ou ignorá-las valem vidas, patrimônios e dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-2881952572714847544?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/2881952572714847544/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/01/riscos-ambientais-e-planejamento-o-caso.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/2881952572714847544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/2881952572714847544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/01/riscos-ambientais-e-planejamento-o-caso.html' title='Riscos ambientais e planejamento: O caso de Santa Catarina, 2008'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SWpG-mBvI_I/AAAAAAAAAFA/NxeW51hWYh4/s72-c/classificacao.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-5659205507871447765</id><published>2009-01-04T19:53:00.003-02:00</published><updated>2009-01-04T20:12:17.946-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='o que é Geologia'/><title type='text'>Ciência e o mundo onde vivemos</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SWExE6zv9xI/AAAAAAAAAEg/EiubyZTKkZY/s1600-h/interna.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5287561398085220114" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 130px; CURSOR: hand; HEIGHT: 119px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SWExE6zv9xI/AAAAAAAAAEg/EiubyZTKkZY/s200/interna.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em Geologia, como uma das Ciências da natureza, o trabalho científico baseia-se na coleta de fatos relevantes pela observação e pela experimentação. Questões como O que?, Como?, Onde?, Quando? levam às sugestões de possíveis respostas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por exemplo, um vulcão:&lt;br /&gt;· O que compõe as lavas?&lt;br /&gt;· Como o vulcão entra em erupção e como o calor é gerado?&lt;br /&gt;· Onde as lavas e os gases são gerados?&lt;br /&gt;· Quando o vulcão iniciou a erupção e quando irá entrar em erupção novamente?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O que? Refere-se aos materiais, em função da sua composição química. Também refere-se ao nome dos materiais e, em particular, às estruturas, formas e tamanho dos materiais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Como? Refere-se aos processos e fenômenos naturais - a maneira como os materiais originaram-se, ocorreram ou mudaram e às atividades humanas quanto a métodos e técnicas. Leva à verdadeira fonte da maioria dos problemas naturais e respostas satisfatórias; embora entre os mais difíceis de achar, são os mais recompensatórios para o cientista.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Onde? Refere-se às noções de espaço e, em particular, às distribuições e posições relativas dos materiais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quando? traz os problemas relacionados à história dos materiais e dos processos. Reconstituir a história da Terra e seus habitantes é a ambiciosa proposta do pensamento geológico.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A questão Por que? não tem razão na ciência geológica, pois não há motivos ou propostas para o acontecimento de um fenômeno ou processo. Muitas vezes, antigas lendas foram criadas para “explicar” fenômenos naturais. Na mitologia, deuses gregos e romanos eram os responsáveis pelos processos naturais. Possêidon (grego) e seu correspondente romano Netuno originavam os terremotos e maremotos. Hefaístos (filho de Zeus, grego) e Vulcano (romano) eram os deuses poderosos que controlavam o fogo: as erupções de lava e gases do Etna eram expressões da sua ira. Com o advento do Cristianismo, não houve mais incentivo para estudar os processos da Natureza, pois a Terra era entendida como criada pronta há poucas centenas de anos e iria logo chegar ao fim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Hoje em dia, pensamos os processos naturais como manifestações de energia atuando na ou pela matéria. Não aceitamos eventos como resultado de interferência arbitrária e imprevisível de entidades mitológicas. Erupções vulcânicas e terremotos não mais refletem o comportamento vingativo dos deuses: eles desenvolvem-se pelas tensões e forças do interior da Terra e da ação de gases e calor provindos das porções inferiores da crosta terrestre. A fonte de energia consiste nos materiais do interior da Terra.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em especial nas últimas três décadas, as ciências da natureza desenvolveram explicações para a maioria dos fenômenos, embora muitas ainda incompletas. Atualmente, os fenômenos naturais são estudados como manifestações e transformações da matéria e energia no espaço e no tempo. Ou posto mais breve e filosoficamente, a ciência estuda relações entre eventos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O objeto e as subdivisões da Geologia&lt;br /&gt;Geologia - do grego ge ou gaia, deus da Terra na mitologia grega&lt;br /&gt;A Geologia moderna tem por finalidade decifrar a completa evolução da Terra e seus habitantes desde o tempo dos primeiros registros que podem ser reconhecidos nas rochas até os dias atuais. Uma proposta tão ambiciosa requer muitas subdivisões de esforços:&lt;br /&gt;Mineralogia e Petrologia - materiais da Terra, respectivamente, minerais e rochas.&lt;br /&gt;Geologia Estrutural - formas, estruturas e inter-relações destes materiais&lt;br /&gt;Geologia Física - processos pelos quais acontecem mudanças, transformações de todos os tipos&lt;br /&gt;Geologia Histórica - a sucessão destes processos e da vida ao longo do tempo ou da história da Terra.&lt;br /&gt;Especializações e ciências correlacionadas:&lt;br /&gt;Geomorfologia - origem e evolução dos relevos e processos de superfície&lt;br /&gt;Estratigrafia - sucessão de rochas e fósseis ao longo do tempo geológico&lt;br /&gt;Paleontologia - estudo dos fósseis&lt;br /&gt;Paleogeografia - mudanças sucessivas nos relevos e nos climas ao longo do tempo geológico&lt;br /&gt;Geocronologia - datação de minerais, rochas e fósseis&lt;br /&gt;Geoquímica - distribuição e migração dos elementos químicos na Terra&lt;br /&gt;Geofísica - as características físicas das rochas do globo terrestre&lt;br /&gt;Sedimentologia - os ambientes e condições de deposição dos sedimentos&lt;br /&gt;Tectônica - os processos que produzem continentes, oceanos, bacias, montanhas e outras grandes feições estruturais&lt;br /&gt;Hidrogeologia - estudo das águas superficiais e subsuperficiais&lt;br /&gt;Pedologia - origem e estruturação das camadas de solo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ramos da Geologia Aplicada:&lt;br /&gt;Geologia de Engenharia e Geotecnia: aplicação da Geologia nos problemas de engenharia civil&lt;br /&gt;Geologia Econômica: aplicação da Geologia para pesquisa, avaliação e extração de rochas, metais e combustíveis essenciais para a indústria e, no fundo, para a nossa vida atual&lt;br /&gt;Geologia Ambiental: uso das informações geológicas para o estudo das interações humanas com o ambiente físico, envolvendo os aspectos referentes aos conflitos de uso do solo, objetivando minimizar a degradação ambiental e maximizar os benefícios resultantes do uso dos ambientes naturais ou modificados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Tradução livre e resumida do capítulo 1 de DUFF, P. McL. D. Holmes’&lt;br /&gt;principles of physical geology. 4ª ed. Londres, Chapman &amp;amp; Hall, 1994.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-5659205507871447765?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/5659205507871447765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/01/cincia-e-o-mundo-onde-vivemos.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/5659205507871447765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/5659205507871447765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/01/cincia-e-o-mundo-onde-vivemos.html' title='Ciência e o mundo onde vivemos'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SWExE6zv9xI/AAAAAAAAAEg/EiubyZTKkZY/s72-c/interna.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-282371982271039503</id><published>2009-01-02T14:28:00.013-02:00</published><updated>2009-01-02T14:45:51.683-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='o que é Pedologia'/><title type='text'>A Pedologia analisa e explica os solos</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SV5B6cuZwDI/AAAAAAAAAEY/aKH8axGc4RM/s1600-h/solo.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5286735484978577458" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 226px; CURSOR: hand; HEIGHT: 172px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SV5B6cuZwDI/AAAAAAAAAEY/aKH8axGc4RM/s200/solo.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;A &lt;strong&gt;Pedologia&lt;/strong&gt; é a ciência que estuda e classifica os solos da superfície terrestre através da caracterização da morfologia dos materiais que o constituem (cor, estrutura, consistência, etc.). A importância do estudo do relevo no contexto da Pedologia refere-se à gênese dos solos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;A Pedologia tem relação com a Edafologia, que é outra área de estudo de solos, do ponto de vista do desenvolvimento das plantas cultivadas. Portanto, tem uma forte relação com a Agronomia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;A Pedologia tradicional identifica seu objeto de estudo, o solo, como um corpo natural tridimensional, bem definido, apresentando uma sucessão vertical de materiais em camadas chamada HORIZONTES, que têm extensão lateral contínua, profundidades variáveis e estão via de regra dispostos horizontalmente ou paralelamente à superfície do terreno.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;HORIZONTE O Matéria Orgânica: Camada fina de resíduos de plantas relativamente decompostas. É especialmente importante nas áreas de mata.&lt;br /&gt;HORIZONTE A Solo superficial: Camada de solo mineral com muita&lt;br /&gt;acumulação de matéria orgânica (o húmus)e vida. Esta camada é eluviada de&lt;br /&gt;ferro, argila, alumínio, compostos orgânicos e outros constituintes&lt;br /&gt;solúveis. Quando a eluviação é proeminente, aparece uma camada de cor clara&lt;br /&gt;"horizonte E" na base do horizonte "A".&lt;br /&gt;HORIZONTE B Subsolo: Camada de alteração abaixo dos horizontes "E" ou "A". Esta camada acumula ferro, argila, alumínio e compostos orgânicos, num processo denominado de&lt;br /&gt;iluviação.&lt;br /&gt;HORIZONTE C Substrato: Camada de material não consolidado de origem do solo (rocha-mãe alterada). Esta camada acumula os compostos mais solúveis que percolaram do horizonte "B".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A superfície da Litosfera&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;A parte superficial da Litosfera é a na qual vivemos e da qual dependemos para sobreviver, isto é, dependemos destes recursos disponíveis. Que são materiais, na maior parte, produzidos pelas transformações dos materiais da Litosfera (rochas) na interação com as camadas externas da Terra – atmosfera, hidrosfera e biosfera, mais a radiação solar. Todas as rochas, se ficarem na ou próximo da superfície terrestre, estarão sujeitas à atuação dos processos exógenos, portanto, serão intemperizadas e erodidas. Isto é, tenderão a se desmancharem. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Os materiais intemperizados formarão o que denominamos REGOLITO, aquilo que normalmente chamamos de terra (terra solta), sem inicial maiúscula. Se nestes minerais incoesos acontecer instalação de organismos vegetais e animais, teremos um SOLO. Intemperismo ou meteorização ou alteração são termos (sinônimos) que usamos para denominar os processos que acontecem a partir da ação da Atmosfera, da Hidrosfera, da Biosfera e da energia da Radiação Solar sobre as rochas da Litosfera que estão expostas na superfície ou próximo dela. Ao entrar em contato com os componentes externos do Sistema Terra, os materiais rochosos que se formaram em outras condições ambientais ... necessitam modificar seus estados químicos e físicos para se ajustar, adaptar às novas condições. Então, os minerais das rochas irão reagir quimicamente com as moléculas do ar (O2 e CO2, entre outros), com os organismos e com as moléculas de água (H2O) da superfície ou com as moléculas de água que estão infiltradas na rocha (ocupando os espaços entre os minerais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O estudo dos solos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;O solo é parte importante dos ambientes onde vivemos e deles dependemos, assim como boa parte dos outros organismos, para sobreviver. As ciências do solo são, atualmente, campos de estudo essenciais para geógrafos, geólogos, agrônomos e engenheiros, voltados ao entendimento dos ambientes, às aptidões agrícolas e para sustentação de construções, ao valor econômico e ao registro das condições climáticas antigas. Hoje em dia, uma das principais preocupações é com a erosão dos solos e a perda da capacidade produtiva.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Na seqüência dos processos de intemperismo, a rocha exposta tende a modificar-se quimicamente e expandir as fraturas que tinha. A seguir (veja a segunda e terceira imagens), a rocha vai progressivamente, desde a superfície, fragmentando-se e gerando materiais minerais de menor tamanho, tendendo aos tamanhos argila e silte mais na superfície e progressivamente maiores (areia, pedregulho) em profundidade. Neste estágio, são chamados SOLOS JOVENS. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Com o passar do tempo e a progressão em condições estáveis, os materiais intemperizados vão cada vez mais profundos, ficando o solo mais espesso e, na superfície, matéria orgânica em decomposição (húmus) vai sendo incorporada. Então, temos um SOLO MADURO (imagem mais a direita). Saliento aqui que os intervalos de tempo envolvido nestes processos são muito grandes, da ordem de milhares de anos. Por isto, o solo não pode ser considerado um recurso natural renovável, já que o uso intensivo de um solo pode exaurir quimicamente sua composição ou pode desfazer sua estrutura interna a ponto de torná-lo erodido em poucos anos. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-282371982271039503?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/282371982271039503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/01/pedologia-analisa-e-explica-os-solos.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/282371982271039503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/282371982271039503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/01/pedologia-analisa-e-explica-os-solos.html' title='A Pedologia analisa e explica os solos'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SV5B6cuZwDI/AAAAAAAAAEY/aKH8axGc4RM/s72-c/solo.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-7915405928414264649</id><published>2009-01-02T14:10:00.008-02:00</published><updated>2009-01-11T17:20:18.666-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='o que é Geomorfologia'/><title type='text'>A Geomorfologia analisa e explica as paisagens da Terra</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SV494kIWKUI/AAAAAAAAAEQ/Nb7d5aWnKSs/s1600-h/Copy+of+HPIM4115.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5286731054560192834" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 214px; CURSOR: hand; HEIGHT: 184px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SV494kIWKUI/AAAAAAAAAEQ/Nb7d5aWnKSs/s200/Copy+of+HPIM4115.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Esta área faz parte das ou Ciências da Terra Geociências, incluindo a Geografia e a Geologia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A Geomorfologia estuda as formas da superfície terrestre, ou seja, entende os relevos das paisagens e os processos que deram origem a estas formas da Terra, os processos morfogenéticos. Para isso, procura descrever as formas e explicar os processos e estruturas que as determinaram. Precisa então entender a litologia (tipo de rocha), o clima, a drenagem (os rios) e as estruturas tectônicas, assim como as intervenções das sociedades humanas. Tem como meta otimizar a ocupação social dos espaços e a exploração dos recursos naturais. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;As formas do relevo, generalizadamente, resultam de uma ‘disputa’ entre os processos endógenos, que tendem a originar relevos em elevações, e os exógenos, que tendem a rebaixar relevos. O sistema da tectônica de placas leva a soerguimentos e formação de cadeias de montanhas. As rochas soerguidas ficam mais expostas ao intemperismo e à erosão, acarretados pelo sistema do clima. A morfologia de uma montanha ou de um planalto ou de uma planície deriva da interação contínua destes dois sistemas. E cada um é resultado da magnitude e da intensidade, bem como da interação de processos endógenos e climáticos ao longo do tempo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os processos endógenos – tectonismo, dobramentos, falhamentos e magmatismo, levam à formação de elevações ou rebaixamentos de porções da superfície. Que serão continuamente retrabalhados pelos processos exógenos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou como escreveu CASSETI:&lt;br /&gt;“A geomorfologia é um conhecimento específico, sistematizado, que tem por objetivo analisar as formas do relevo, buscando compreender os processos pretéritos e atuais. Como componente disciplinar da temática geográfi&amp;shy;ca, a geomorfologia constitui importante subsídio para a apropriação racional do relevo, como recurso ou suporte, considerando a conversão das propriedades geoecológicas em sócio-reprodutoras (Kügler, 1976, caracteriza as funções sócio-reprodutoras em suporte e recurso do homem). Seu objeto de estudo é a superfície da crosta terrestre, apresentando uma forma específica de análise que se refere ao relevo. A análise incorpora o necessário conhecimento do jogo de forças antagônicas, sistematizadas pelas atividades tectogenéticas (endógenas) e mecanismos morfoclimáticos (exógenos), responsáveis pelas formas resultantes. Partindo do princípio de que tanto os fatores endógenos, como os exógenos, são “forças vivas”, cujas evidências demonstram grandes transformações ao longo do tempo geológico, necessário se faz entender que o relevo terrestre não foi sempre o mesmo e que continuará evoluindo. Portanto, a análise geomorfológica de uma determinada área implica obrigatoriamente o conhecimento da evolução que o relevo apresenta, o que é possível se obter através do estudo das formas e das sucessivas deposições de materiais preservadas, resultantes dos diferentes processos morfogenéticos a que foi submetido.”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos 30 a 40 anos, a Geomorfologia passou a estudar detalhadamente as interferências humanas sobre os relevos e as interferências dos processos naturais sobre as sociedades humanas, permitindo entender e fazer previsões e prevenções de acontecimento de inundações, de desabamentos, de subsidências, etc.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-7915405928414264649?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/7915405928414264649/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/01/geomorfologia-analisa-e-explica-as.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/7915405928414264649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/7915405928414264649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2009/01/geomorfologia-analisa-e-explica-as.html' title='A Geomorfologia analisa e explica as paisagens da Terra'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SV494kIWKUI/AAAAAAAAAEQ/Nb7d5aWnKSs/s72-c/Copy+of+HPIM4115.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-5803818040873076504</id><published>2008-12-29T15:19:00.005-02:00</published><updated>2008-12-29T15:27:08.196-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação para a sustentabilidade'/><title type='text'>O planeta Terra em nossas mãos</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SVkHDyyG_1I/AAAAAAAAAEA/zyH0TO8Y3P8/s1600-h/logotipo_jpg.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5285263399448936274" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 121px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SVkHDyyG_1I/AAAAAAAAAEA/zyH0TO8Y3P8/s200/logotipo_jpg.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Geologia, junto com a Geografia, compõe campo específico de estudo dos recursos naturais, portanto a discussão das questões ambientais e da preservação das condições de vida no planeta concentra muitas das nossas apreensões com o futuro. Destaco duas palestras referentes a este tema desenvolvidas durante o 44º Congresso Brasileiro de Geologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira, intitulada “O desafio da educação para a sustentabilidade”, proferida pelo professor da USP Paulo Rogério Miranda Correia, defendeu a necessidade de enfrentamento dos problemas ambientais neste século através da mudança radical dos padrões de consumo da sociedade. Para não comprometer a manutenção da vida na Terra, a educação tem papel fundamental na formação, conscientização e transformação da maneira pela qual a sociedade explora os recursos naturais. A “Educação para a sustentabilidade” declarada pela UNESCO como prioridade para a década de 2005 a 2014, propõe integrar práticas, valores e princípios voltados ao desenvolvimento sustentável com a educação. A importância deste esforço educacional está na possibilidade de promover mudanças comportamentais em escala global, visando um futuro mais sustentável em termos ambientais, econômicos e sociais. Assim, a educação para a sustentabilidade (EPS) é considerada como novo paradigma norteador de ações no ensino formal e informal, valorizando uma abordagem holística sobre a relação da humanidade com os recursos vivos e inanimados, transcendendo muito a Educação Ambiental. As Geociências trazem a compreensão da dinâmica dos processos naturais do planeta, sendo requisito fundamental para mudar o comportamento das pessoas. O ensino de ciências baseado na transmissão de quantidades crescentes de informações está em crise, não sendo suficientes para atender as demandas formativas propostas pela EPS. A alfabetização científica propõe novos objetivos que devem permitir aos cidadãos compreender, interpretar e se posicionarem autonomamente frente às questões que exijam conhecimento científico-tecnológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra palestra foi desenvolvida pelo geólogo Álvaro Rodrigues dos Santos, que tem escrito diversos artigos alertando para as influências danosas aos ambientes provocadas por obras, construções e mau uso dos solos, principalmente nas cidades. Sob o título “O papel da Geologia nas obras de engenharia”, abordou a problemática referente ao fato que, para atendimento das necessidades de energia, transporte, moradia, alimentação, saúde, comunicação, etc., as sociedades são inexoravelmente levadas a ocupar e modificar espaços naturais das mais diversas formas (cidades, agricultura, indústria, usinas, estradas, canais, extração de minérios, disposição de rejeitos...). Hoje, somos o mais poderoso agente geológico de transformações da superfície terrestre. Caso os empreendimentos, desde seu projeto até suas implantação e operação, não levem em conta as características dos materiais e processos geológicos naturais com que interferem, é certo que a Natureza responda com processos causadores de acidentes (o rompimento de uma barragem, o colapso de uma ponte, a ruptura de uma encosta, por exemplo) ou problemas regionais (o assoreamento de um rio, de um reservatório, a contaminação de solos e de águas subterrâneas, mudanças climáticas, por exemplo), conseqüências extremamente onerosas social e financeiramente, muitas vezes trágicas. Fornecendo informações e indicando soluções para que ações humanas levem em conta os fatores geológicos, a Geologia de Engenharia evita graves conseqüências e garante êxito técnico/econômico/social/ambiental a empreendimentos. O raciocínio geológico proporciona ter como ponto de partida a consciência que qualquer ação humana sobre o meio fisiográfico interfere, não só limitadamente em matéria pura, mas, significativamente, em matéria em movimento, ou seja, em processos geológicos, sejam eles menos ou mais perceptíveis, sejam eles mecânicos, físico-químicos ou de qualquer natureza, estejam eles temporariamente contidos ou em pleno desenvolvimento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-5803818040873076504?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/5803818040873076504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2008/12/o-planeta-terra-em-nossas-mos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/5803818040873076504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/5803818040873076504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2008/12/o-planeta-terra-em-nossas-mos.html' title='O planeta Terra em nossas mãos'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SVkHDyyG_1I/AAAAAAAAAEA/zyH0TO8Y3P8/s72-c/logotipo_jpg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-2722421702745911475</id><published>2008-12-29T14:38:00.002-02:00</published><updated>2008-12-29T14:40:08.960-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='o que é Geologia'/><title type='text'>Geologia, a ciência que explica a Terra</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SVj9UQ0x45I/AAAAAAAAADw/ziv5CPjyTa8/s1600-h/sbg.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5285252687274828690" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 179px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SVj9UQ0x45I/AAAAAAAAADw/ziv5CPjyTa8/s200/sbg.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A palavra Geologia refere ao estudo do nosso planeta – Ge, Geaia ou Gaia era a deusa grega da Terra. Por isto, o radical GEO é usado para formar palavras referentes ao planeta Terra. Nas Geociências – ciências que estudam a Terra, agrupam-se a Geologia e também a Geografia. Mas a Geologia é considerada também uma ciência natural, já que estuda a Terra a partir da observação e do entendimento dos materiais que a formam, ou seja, os minerais e as rochas (ou pedras).&lt;br /&gt;Você tem idéia de qual é a diferença entre uma rocha e uma pedra? Uma rocha é um agregado, um conjunto natural de minerais. A sua formação resulta de eventos, ou série de eventos, que aconteceram desde sua formação até os dias de hoje. A palavra rocha tem um uso preferencial técnico, aplicado a estudos científicos. Por outro lado, a palavra pedra tem uso mais informal, ou leigo. Na verdade, significam o mesmo. Mas, ao expressar academicamente, preferimos usar o termo rocha. Entretanto, a palavra pedra tem também um significado de uso de uma rocha. Falamos em pedra de calçamento, pedra decorativa, pedra preciosa... Com estudo detalhado, podemos “recontar” a história de uma rocha, que poder ser entendida a partir do entendimento das suas estruturas e texturas. Estas são resultantes dos processos que aconteceram para originá-la e depois transformaram esta rocha.&lt;br /&gt;Então, a Geologia estuda os meios naturais do planeta ao longo dos seus mais de 4,5 bilhões de anos de existência. Para isto, utiliza subsídios de outras ciências, tais como a Biologia (para entender a evolução da vida), a Física (para entender os comportamentos dos materiais), a Química (para entender a composição destes materiais), a Matemática (para entender e calcular os recursos minerais e o tempo geológico).&lt;br /&gt;Bem como a Geologia fornece subsídios para outras Ciências. Para a Geografia, auxilia o entendimento das paisagens, tanto naturais como modificadas pelas ocupações humanas. Para a Biologia, auxilia o entendimento da Evolução dos organismos ao longo do tempo. Para a Agronomia, auxilia o entendimento da formação e da composição dos solos. Para a Engenharia Civil, auxilia o entendimento dos materiais de rochas e solos como suporte de construções, também os materiais que podem ser usados e como ser usados em obras (recursos minerais).&lt;br /&gt;O que são RECURSOS MINERAIS? São aqueles materiais extraídos das rochas e utilizados para produzir bens industrializados ou não. Por exemplo: areias como materiais de construção de nossas casas ou como matéria prima para produzir vidro. Outro exemplo pode ser o ferro, que é retirado dos minerais – minério de ferro para produção de ferro fundido, aços, etc. São recursos naturais não renováveis. Os combustíveis fósseis – petróleo, carvão mineral, betume, gás natural, também são exemplos.&lt;br /&gt;A Geologia busca compreender a formação e a evolução do meio físico que compõe os ambientes do nosso planeta, entendendo os materiais e os processos que originaram a Terra e que estão constantemente a modificando. Podemos resumir assim os objetivos da Geologia como ciência:&lt;br /&gt;- estudar as características e os materiais do interior e da superfície da Terra;&lt;br /&gt;- compreender os processos físicos, químicos e físico-químicos que originaram e fizeram nosso planeta ser o que ele é hoje;&lt;br /&gt;- usar os recursos minerais e os processo geológicos como matéria prima e fonte de energia para aprimorar a qualidade de vida da sociedade da maneira mais apropriada, menos destrutivamente possível;&lt;br /&gt;- otimizar as relações entre sociedades humanas e Natureza;&lt;br /&gt;- definir conflitos e problemas ambientas já ocorridos e instituir critérios para evitar prejuízos posteriores ao meio ambiente, provocados pelas várias atividades humanas.&lt;br /&gt;Os geólogos são muitas vezes associados a devastações ambientais, porque são os responsáveis pelas extrações minerais, tais como pedreiras. Mas justamente desta atividade resultaram as preocupações dos geólogos com a prevenção e a recuperação do ambiente, que tem sido uma das principais atuações destes profissionais hoje em dia. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-2722421702745911475?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/2722421702745911475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2008/12/geologia-cincia-que-explica-terra_29.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/2722421702745911475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/2722421702745911475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2008/12/geologia-cincia-que-explica-terra_29.html' title='Geologia, a ciência que explica a Terra'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SVj9UQ0x45I/AAAAAAAAADw/ziv5CPjyTa8/s72-c/sbg.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-1940676293469718261</id><published>2008-12-20T16:54:00.003-02:00</published><updated>2008-12-20T17:05:44.222-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='movimentos ecológicos'/><title type='text'>A proteção ao ambiente ainda é uma bandeira a ser erguida?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SU1ABgcxCkI/AAAAAAAAAC4/b8uFWilwu3o/s1600-h/esperanca+do+sul.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5281948332610095682" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 140px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SU1ABgcxCkI/AAAAAAAAAC4/b8uFWilwu3o/s200/esperanca+do+sul.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Ecologia já significou, há décadas atrás, apenas algumas pessoas defendendo o direito à vida de determinadas espécies de animais e vegetais - lembram dos slogans de proteção às baleias, ao mico-leão-dourado, ao pinheiro brasileiro? Encarados como grupos de ativistas “exóticos”, “exibicionistas” e “alarmistas”, os movimentos de preservação das condições ambientais da década de 1970 não foram levados a sério no Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Entretanto, na atualidade, vemos que as preocupações dos ambientalistas representam uma necessidade para a sobrevivência das sociedades humanas. Nós que, por meio da cultura, alteramos ao extremo o meio ambiente (e os elementos sujeitos aos efeitos desta manipulação) para adaptá-lo à nossa frágil constituição física e dependência econômica, estamos agora conhecendo diretamente as conseqüências destas agressões. As alterações climáticas sentidas por nós pela irregularidade da distribuição das chuvas, a repetição de inundações em nossas cidades, o aumento progressivo das temperaturas médias, a redução em qualidade e quantidade dos recursos naturais e os diversos tipos de alergias em nossa população são alguns exemplos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Qual é então a nossa função neste contexto? Podemos nos considerar responsáveis por tudo isto? Acredito que sim, pois cada um de nós, como parte do conjunto social em que vive e como cidadãos usuários dos ambientes urbanos e rurais de onde retiramos alimentos e sustentação, é conivente. Somos coniventes sempre que não nos preocupamos em separar o lixo em nossas casas, em desperdiçar água e eletricidade em casa e no local de trabalho, em jogar pilhas e lâmpadas fluorescentes no lixo comum, nem nos incomodamos com abates progressivos de árvores, com o uso de produtos químicos nas lavouras e nos jardins da nossa cidade, com construções nas bordas de rios e córregos, com deposições de resíduos diversos em terrenos baldios, com a empresa que despeja resíduos não tratados no ar e no riacho, com o vizinho que capina seu terreno e depois queima os detritos, com os esgotos liberados diretamente em riachos ou banhados, com o poder público que não toma atitudes que possam minimizar os impactos negativos ao ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um de nós deve se analisar imediatamente envolvido e responsabilizado, como constituinte da comunidade humana. E não deixar a “sensação de culpa” apenas aos grandes empreendimentos. Concordo plenamente com as palavras de Nilton Kasctin dos Santos, Promotor de Justiça no Município de Catuípe, no noroeste do Rio Grande do Sul: “De nada vale criticarmos os americanos (pela poluição), enquanto os rios da porta da nossa casa estão agonizando e a maioria das cidades da região continuam sem tratamento de esgoto e reciclagem de lixo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atuação de movimentos ecológicos, ONG’s e disciplinações legais acompanhadas de fiscalização eficiente já obtiveram ótimos resultados no Brasil. Como exemplos temos as matas de pinheiro brasileiro (araucária) visíveis no Planalto Meridional e os jacarés existentes no Pantanal. Podemos assistir hoje também a atuação hábil do Ministério Público em ajustes legais para a conservação e a reconstituição de áreas de mata, bem como a correta destinação de resíduos (lixo). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Então, ainda são possíveis atuações diretas para retomar uma qualidade do lugar onde vivemos, mesmo que não seja a reconstituição total dos ambientes naturais, mas uma reposição dos fatores físicos e biológicos que permita buscar novas configurações para obter a saúde do ambiente como um todo, o desenvolvimento ecologicamente sustentável e garantindo o direito da qualidade e continuidade de existência de todos os seres, animados ou inanimados. A vida das populações vegetais e animais, inclusive as humanas, depende de posições éticas e ecologicamente ponderadas de cada um de nós, permitindo a sobrevivência por tempo indeterminado da espécie humana e dos ambientes terrestres, mas também, ao mesmo tempo, satisfazendo as necessidades de cada indivíduo, proporcionando-lhe a chance de viver dignamente. Todos temos o direito à Educação Ambiental que proporcione “adquirir conhecimentos, o sentido dos valores, atitudes, interesse ativo e aptidões necessárias à proteção e melhoria do meio ambiente” e “novas formas de conduta aos indivíduos, grupos sociais e à sociedade como um todo, com relação ao meio ambiente”. (Conferência Intergovernamental sobre Educação Ambiental, Tbilisi, Rússia, outubro de 1977). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-1940676293469718261?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/1940676293469718261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2008/12/proteo-ao-ambiente-ainda-uma-bandeira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/1940676293469718261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/1940676293469718261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2008/12/proteo-ao-ambiente-ainda-uma-bandeira.html' title='A proteção ao ambiente ainda é uma bandeira a ser erguida?'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SU1ABgcxCkI/AAAAAAAAAC4/b8uFWilwu3o/s72-c/esperanca+do+sul.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-8807043517587953473</id><published>2008-12-18T11:46:00.008-02:00</published><updated>2009-01-11T17:15:22.608-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='planejamento ambiental'/><title type='text'>Escorregamentos, erosões e enchentes: Fatalidade ou falta de planejamento?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SVj9r51v2UI/AAAAAAAAAD4/P9yN8r523uQ/s1600-h/1229916_blumenau_enchentes_santa_catarina_ultimo_segundo_348_465.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5285253093421734210" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SVj9r51v2UI/AAAAAAAAAD4/P9yN8r523uQ/s200/1229916_blumenau_enchentes_santa_catarina_ultimo_segundo_348_465.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Em palestra apresentada por Agostinho Ogura, geólogo do IPT/SP, reafirmou que as ocorrências de deslizamentos, escorregamentos de encostas, enchentes e outros processos causadores de catástrofes podem ser previstas e prevenidas, na sua maioria, dependendo apenas de metodologias efetivas de estudo e planejamento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Conforme o geólogo Edézio Teixeira de Carvalho, da Geolurb (Minas Gerais), a plataforma geológica é a infra-estrutura básica de uma cidade (ou de qualquer território) e tem como função suprir as condições de suporte da mesoestrutura (sistemas viário, de água, de esgoto, etc.), a qual deve proporcionar condições de funcionamento à superestrutura (conjunto de estruturas antrópicas finalísticas: moradia, comércio, indústria, serviços). Neste conceito, “a infra-estrutura é dado independente da nossa vontade, por esta razão chamado imutável, o que não significa que não possamos operar sobre ela para adaptá-la a certas necessidades”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um conjunto de relatos da atuação de geólogos em áreas urbanas (São Paulo, Guarulhos, Santos, Ribeirão Pires, Porto Alegre, Salvador, Belo Horizonte, Ouro Preto, Vitória e Rio de Janeiro) aborda análises de condicionantes geológicos que afetam as ocupações residenciais e de usos industriais/comerciais, referindo-se aos conhecimentos e metodologias de trabalho em estudos do meio físico como apoio à tomada de decisões envolvidas no gerenciamento de riscos e previsão de acidentes, bem como na gestão de recursos hídricos e de resíduos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ênfase especial precisa ser dada às encostas urbanas onde processos de instabilização colocam em risco parcelas significativas da população em várias cidades brasileiras. Deflagração, tipologia e distribuição dos processos em encostas necessitam ser entendidos a partir de estudos de detalhe dos maciços rochosos, relativos a estruturas petrológicas, padrão, distribuição e grau dos sistemas de fraturamentos, forma e padrão de alteração das rochas e solos e perfis da transição rocha-solo, distribuição da ocorrência de processos de corridas de sedimentos, distribuição e espessura dos depósitos de lixo e demais depósitos antrópicos. Com o entendimento das causas destes processos, desencadeiam-se as elaborações de mapas de suscetibilidades e de áreas de riscos, de hierarquização e análises dos riscos, de planejamento de obras de contenção e de sistemas de alerta à população diretamente envolvida/atingida, bem como análise para a recuperação de áreas degradadas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tais produtos geram parâmetros para ações dos poderes públicos, após identificadas as dificuldades para estabelecimento de programa racional de controle de riscos geotécnicos que envolva também os diagnósticos dos riscos, as análises das alternativas possíveis de intervenção e o estabelecimento de um processo de escolha baseado no custo de implantação e no benefício resultante em termos da redução do risco. Desta forma, pode-se chegar à proposta que permita compatibilizar o desenvolvimento do programa às “invariáveis” restrições orçamentárias com que se deparam comumente as administrações municipais. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-8807043517587953473?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/8807043517587953473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2008/12/geologia-cincia-que-explica-terra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/8807043517587953473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/8807043517587953473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2008/12/geologia-cincia-que-explica-terra.html' title='Escorregamentos, erosões e enchentes: Fatalidade ou falta de planejamento?'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SVj9r51v2UI/AAAAAAAAAD4/P9yN8r523uQ/s72-c/1229916_blumenau_enchentes_santa_catarina_ultimo_segundo_348_465.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-2499116096533111193</id><published>2008-12-15T13:03:00.005-02:00</published><updated>2008-12-20T17:04:10.477-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tsunami'/><title type='text'>A catástrofe na Indonésia poderia ter sido prevista?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SU1BaQajhdI/AAAAAAAAADQ/X_DwXlIPt4o/s1600-h/tremordeterra+blogspot+com.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5281949857314211282" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 124px; CURSOR: hand; HEIGHT: 103px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SU1BaQajhdI/AAAAAAAAADQ/X_DwXlIPt4o/s200/tremordeterra+blogspot+com.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A morte de cerca de 300 mil pessoas, grande quantidade de desabrigadas, assim como danos materiais não contabilizados, foram conseqüências da ocorrência de tsunamis no Sudeste Asiático. Como processos naturalmente subseqüentes a maremotos (deslocamentos por terremotos no fundo do mar), as tsunamis são fenômenos conhecidos há muito tempo nas áreas de instabilidade diretamente relacionadas aos limites das placas tectônicas que compõem a porção superficial do nosso planeta Terra. Os estudos geológicos conhecem, contabilizam e mapeiam estas zonas de ocorrência de terremotos nos continentes, maremotos nos fundos oceânicos, bem como vulcões e outros processos naturais associados, muitos deles podendo desencadear catástrofes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Na atualidade, estas zonas de ‘periculosidade’ são todas conhecidas – nos livros de geografia para o ensino básico constam mapas das placas tectônicas, suas bordas e os processos que aí podem ocorrer. Não há desconhecimento destes fenômenos, mas uma falta de divulgação em algumas áreas sujeitas ao risco. Na atualidade, sabemos que podem acontecer em locais determinados mas numa escala de tempo indeterminável, em intervalos de tempo irregulares, geralmente não previsíveis. Ou seja, sabemos onde vão acontecer, mas não necessariamente quando.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vale a pena chamar atenção ao fato da baixíssima mortalidade de animais selvagens nas regiões devastadas. O noticiário divulgou que guardas florestais do Sri Lanka não encontraram animais mortos, ao contrário, foi observada “uma abundante fauna de elefantes, búfalos e cervos”, indicando a possibilidade de o instinto ter sido suficiente para que eles procurassem abrigo em áreas elevadas. Portanto, a intuição milenar gravada na memória destes animais informou-os antecipadamente do perigo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por outro lado, a ocupação humana das áreas litorâneas no sudeste asiático é processo recente, intensificado nas últimas três a quatro décadas. Segundo Jeff McNeely, cientista chefe da World Conservation Union (IUCN) baseada na Suíça, que viveu por diversos anos na Indonésia e na Tailândia, dois dos países atingidos pela calamidade, “o que fez disto um desastre foi o fato de que as pessoas começaram a ocupar parte da paisagem que não deveriam ter ocupado". Ele contou à agência de notícias AFP: "Há cinqüenta anos atrás, a costa não era densamente ocupada como agora por hotéis turísticos." E este uso deu-se à custa de diversos processos de degradação ambiental. "O que também aconteceu ao longo das últimas décadas é que muitos mangues foram destruídos para instalar criações de camarão, de maneira que na Europa atualmente temos camarão barato," ele acrescentou. O cientista ainda refere a destruição dos recifes de coral que também providenciam proteção à costa. E explica: "Quando uma tsunami chega, ela primeiro bate no recife de coral e diminui sua velocidade, depois atinge os mangues que também a diminuem. As ondas podem ultrapassar, mas então boa parte da energia já foi dissipada."&lt;br /&gt;Os seres vivos destas zonas costeiras estão acostumados a tufões, tempestades e fenômenos deste tipo. Mas, ao contrário dos animais que contam com seu instinto, os seres humanos não ‘guardam’ as precauções necessárias, não utilizam nem divulgam as informações das bases tecnológicas situadas no vizinho Pacífico, onde fenômenos deste tipo são muito bem monitorados e existem sistemas de alarme eficientes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A população local parece desconhecer o perigo, inclusive com governantes afirmando à imprensa que “nunca aconteceu antes”. Assim, não existem sistemas de precaução. Até há relatos de turistas que, por não terem conhecimento algum sobre o perigo, são atraídos pelo baixio causado pelo recuo das águas antes da ‘grande onda’, acham que algo interessante está ocorrendo para deixar o leito da praia exposto e peixes pulando no seco, não se dando conta que têm apenas poucos minutos para fugirem para um lugar elevado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Portanto, mais uma vez estamos diante de uma catástrofe que poderia, como tantas outras, ter seus danos reduzidos. As alterações das condições naturais de adaptações dos ambientes e dos seres vivos aos processos geológicos a que estão sujeitos, foram deliberadas sem levar em conta as conseqüências em longo prazo, ou seja, as decisões foram tomadas sem prever o planejamento técnico ambientalmente embasado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Assim, três foram os fatores fundamentais, todos previsíveis. Um processo que é natural e conhecido, mas que teve conseqüências intensificadas por dois fatores humanos: a deterioração ambiental pelo uso indiscriminado da paisagem e a ausência de estrutura de sistema de alerta como existe em regiões mais desenvolvidas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-2499116096533111193?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/2499116096533111193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2008/12/catstrofe-na-indonsia-poderia-ter-sido.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/2499116096533111193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/2499116096533111193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2008/12/catstrofe-na-indonsia-poderia-ter-sido.html' title='A catástrofe na Indonésia poderia ter sido prevista?'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SU1BaQajhdI/AAAAAAAAADQ/X_DwXlIPt4o/s72-c/tremordeterra+blogspot+com.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-9051648932075322054</id><published>2008-12-14T19:33:00.007-02:00</published><updated>2008-12-14T20:17:33.500-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geomedicina'/><title type='text'>A GEOLOGIA E O HOMEM</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUV-X_Vf14I/AAAAAAAAAB0/mMVdGaTdIzc/s1600-h/imagem.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279765088765466498" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 122px; CURSOR: hand; HEIGHT: 132px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUV-X_Vf14I/AAAAAAAAAB0/mMVdGaTdIzc/s200/imagem.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;A Geomedicina desenvolve uma abordagem do ambiente considerado como a interação da Geologia (solo, subsolo, água, sedimentos, movimentos tectônicos e outros processos geológicos) com a Biologia, incluindo a ocupação humana (poluindo e modificando a matriz geológica original). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Grande parte da poluição ambiental atual envolve a presença de metais, tanto por sua ocorrência natural em rochas e solos de determinadas localidades, quanto por ação antropogênica, aumentando sua concentração no ambiente. Alguns elementos  (como Ca, K, Na, Cr, Cu, Fé, Mg, Mn, Zn, Se, I, entre outros) são considerados essenciais ao ser humano e outros organismos, por participam de alguma forma de processos metabólicos normais, como constituinte de moléculas de enzimas ou proteínas ou como cofatores em processo enzimáticos de biotransformação normais do organismo. Outros elementos (como Pb, As, Hg, Cd e Al) são considerados não essenciais e, como tal, com potencial biológico de produzir efeitos deletérios no organismo, mesmo em baixas concentrações. Exposição aguda a altas concentrações desses elementos causam efeitos tóxicos graves podendo levar à morte. Exposição crônica a baixas concentrações podem também levar ao aparecimento de efeitos tóxicos, com alterações orgânicas nos sistemas renal, nervoso e reprodutivo, no fígado, no coração, na medula óssea e glândulas endócrinas em geral. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Ecotoxicologia é uma extensão da toxicologia geral que estuda destino e efeitos de substâncias químicas num ecossistema e como potencialmente afetam indivíduos, populações, comunidades e ecossistemas. Ela baseia-se em diagnósticos da contaminação do ambiente desenvolvidos a partir dos conceitos de geoquímica ambiental e exige conhecimentos da toxicologia geral e da ecologia geral, com auxílio da biologia, pois além de avaliações de risco e estudos epidemiológicos das populações humanas expostas, necessita avaliar também o impacto da contaminação ambiental em outros seres vivos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Já a Geomedicina ou Geologia Médica reúne conhecimentos e estudos sobre ocorrências, em áreas naturais, de excesso ou deficiência de determinados elementos e sua relação com a incidência de doenças endêmicas locais (por exemplo, bócio endêmico por deficiência de iodo em áreas do interior do Brasil, fluorose dentária e óssea por excesso de fluoretos em água potável). Atualmente, estuda situações de contaminação de ecossistemas levando em consideração tanto as condições naturais da matriz geológica quanto o reconhecimento da relação entre doenças e poluição antropogênica em condições geológicas transformadas pela sociedade humana. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-9051648932075322054?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/9051648932075322054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2008/12/geologia-e-o-homem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/9051648932075322054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/9051648932075322054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2008/12/geologia-e-o-homem.html' title='A GEOLOGIA E O HOMEM'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUV-X_Vf14I/AAAAAAAAAB0/mMVdGaTdIzc/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2803030576098312507.post-6090904926922677194</id><published>2008-12-14T18:46:00.010-02:00</published><updated>2008-12-14T19:51:43.257-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terremotos'/><title type='text'>Afinal, acontecem terremotos no Brasil?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUV20y1ZEcI/AAAAAAAAABc/ORWIsbarnCc/s1600-h/sisbra.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279756787532763586" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUV20y1ZEcI/AAAAAAAAABc/ORWIsbarnCc/s320/sisbra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Estamos acostumados a considerar que não ocorrem terremotos no território brasileiro porque está atualmente localizado distante das zonas de atividade tectônica. Ou seja, não existe borda de placas tectônicas, as áreas onde há concentração de pressões por serem contato entre as diversas porções que constituem a camada superficial do nosso Planeta. Porém, diversas vezes encontramos relatos de tremores de terra em diversos pontos do Brasil, como os sentidos nos Estados de Mato Grosso, Rondônia e Amazonas em setembro de 2004, os registrados em Nova Prata no início de 2005 e os que aconteceram este ano de 2008 em Caxias do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que estas divergências?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos começar por discutir o significado da palavra. Terremoto é o termo usado para referir as vibrações propagadas ao longo das rochas e solos, atingindo também todas as obras, construções, vegetação e quaisquer objetos situados acima. No caso de acontecer no fundo oceânico (maremoto), pode ter como conseqüência ondulações da água do mar muitas vezes violentas, denominadas pelo termo de origem japonesa tsunami (grande onda). Um abalo sísmico (terremoto ou maremoto) pode ser originado pelo acúmulo de pressões oriundas das forças tectônicas que atritam os bordos dos grandes conjuntos de rochas da crosta terrestre, as Placas Tectônicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a causa dos tremores intensos, violentos e catastróficos como os que aconteceram no final de 2004 e continuam acontecendo no Oceano Índico, no sul da Europa e do Continente Asiático e também no leste do Oceano Pacífico. Destes processos estamos “livres” atualmente. Mas tremores de baixa, média e alta intensidade podem ser conseqüência também de outros processos ligados à dinâmica do nosso Planeta:&lt;br /&gt;- pela difusão de vibrações de repercussão de terremotos profundos ao longo de fraturas ou rachaduras antigas das rochas; são deste tipo os mais comuns e podem ocorrer em localizações diversas, como no litoral sudeste, no sul e centro de Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e na região nordeste do Brasil;&lt;br /&gt;- por liberação de pressões acumuladas pela deformação de estruturas rochosas nas áreas internas de placas, como os que acontecem no Acre, Rondônia, Mato Grosso e no entorno do Pantanal,&lt;br /&gt;- por desabamentos de cavernas ou blocos de rochas originados pela ação de modificações químicas e físicas das rochas superficiais ou em pequena profundidade há longo tempo expostas ao contato com água, aquecimento pela radiação solar, às variações climáticas de temperaturas, este conjunto de processos denominado intemperismo. Podem acontecer em variados locais, como em Brasília, na Região Metropolitana de Belo Horizonte e nas bordas do Planalto Meridional em Caxias do Sul e em Santa Maria;&lt;br /&gt;- pelas vibrações causadas por erupções vulcânicas (estes também vinculados às bordas de placas, das quais estamos bem distantes);&lt;br /&gt;- ou ainda os ligados a impactos de meteoritos, que são de ocorrência muito mais rara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos esquecer das vibrações de baixa a média intensidades induzidas pelas modificações da superfície terrestre decorrentes de atividades humanas, tais como dinamitações em áreas de minerações ou para construção de túneis e outras obras de grandes proporções, ou como grandes reservatórios e prédios causadores de acréscimo de peso e de infiltração de água em subsuperfície.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, com certeza, afirma-se que terremotos podem acontecer em diversos lugares do Planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, são registrados tremores de variadas intensidades em número superior a 800.000 por ano no mundo todo. Entretanto, uma quantidade significativa acontece em áreas de baixa densidade populacional e acaba por não ter repercussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proporcionalmente, é o que acontece também no Brasil. Embora desde a época da colonização sejam conhecidos tremores em território brasileiro, há pouco tempo existem pesquisas sistemáticas e instrumentos sensíveis de registro (sismógrafos) no Brasil. Apenas no final dos anos 1960 iniciaram os registros, com a implantação na Universidade de Brasília de um arranjo sismográfico de alta sensibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos, especialistas começaram a estudar e entender as falhas (rachaduras profundas nas rochas) situadas longe das bordas das placas, na América do Sul. Estas falhas caracterizam-se por baixa taxa de deformação e por ciclicidade sísmica acima de 104 anos, mas por capacidade de acumular energia similar ou até superior àquela dos limites de placas. Apesar de relativamente raros, constituem risco significativo porque acontecem em locais não previsíveis e podem provocar danos sérios a populações não preparadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, já sabemos atualmente da potencialidade da ocorrência de terremotos no Brasil, embora os estudos de localização e planejamento estejam somente no começo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O mapa acima contém dados sobre tremores de terra, com magnitude 3.0 ou mais, ocorridos no Brasil, desde a época da colonização até 1996. As informações mais antigas, indicadas por triângulos, são chamadas históricas, e foram obtidas após um longo e minucioso trabalho de pesquisa em bibliotecas, livros, diários e jornais. Os dados epicentrais, indicados por círculos, são relativamente mais novos e foram obtidos por equipamentos sismográficos.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unb.br/ig/sis/sisbra.htm"&gt;FONTE&lt;/a&gt; da imagem&lt;http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2803030576098312507-6090904926922677194?l=doriskm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doriskm.blogspot.com/feeds/6090904926922677194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2008/12/afinal-acontecem-terremotos-no-brasil.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/6090904926922677194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2803030576098312507/posts/default/6090904926922677194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doriskm.blogspot.com/2008/12/afinal-acontecem-terremotos-no-brasil.html' title='Afinal, acontecem terremotos no Brasil?'/><author><name>DorisKM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14895521789644203744</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='28' src='http://3.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUWDV3mMlEI/AAAAAAAAACI/Ws9b_UpD9HA/S220/mingau.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_i943Ak7RD78/SUV20y1ZEcI/AAAAAAAAABc/ORWIsbarnCc/s72-c/sisbra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
